Ministério aceita aumentar lista de setores para aprovar reoneração

O Ministério da Fazenda aceita que um número maior de setores fique de fora do aumento da carga tributária; o objetivo da pasta é aprovar o projeto de reoneração da folha de pagamentos; "A alternativa é ficar 56 setores (sem a aprovação do projeto) ou ficar com 15 a 18 setores. Eu prefiro 18"

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, fala sobre o projeto de lei (PL 9.463/18) de desestatização da Eletrobras, em audiência pública na Comissão Especial da Câmara criada para analisar e dar parecer sobre o projeto.
O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, fala sobre o projeto de lei (PL 9.463/18) de desestatização da Eletrobras, em audiência pública na Comissão Especial da Câmara criada para analisar e dar parecer sobre o projeto. (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O Ministério da Fazenda aceita que um número maior de setores fique de fora do aumento da carga tributária. O objetivo da pasta é aprovar o projeto de reoneração da folha de pagamentos.

O ministro Eduardo Guardia negocia com o relator do projeto na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a fixação na lei do prazo de dezembro de 2020 para o término do benefício da desoneração da folha para todos os setores.

"A alternativa é ficar 56 setores (sem a aprovação do projeto) ou ficar com 15 a 18 setores. Eu prefiro 18", disse o titular da pasta ao Estadão.

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Se aprovada, a mudança, terá impacto para o próximo governo.

Para o aumento da carga tributária passar a ser cobrado, será preciso cumprir, também, o prazo de 90 dias após a lei entrar em vigor. O governo gasta por ano R$ 16 bilhões para manter a carga tributária mais baixa para esses 56 setores.

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