Mídia trata alta de 0,1% do PIB como retomada
Cantada em prosa e verso pelos analistas econômicos, a tal retomada da economia, um “portento” que seria capaz de sustentar a candidatura presidencial de Henrique Meirelles – para alguns delirantes, até a de Michel Temer – mostrou hoje que não existe, aponta Fernando Brito, editor do Tijolaço
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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço
Cantada em prosa e verso pelos analistas econômicos, a tal retomada da economia, um “portento” que seria capaz de sustentar a candidatura presidencial de Henrique Meirelles – para alguns delirantes, até a de Michel Temer! – mostrou hoje que não existe. O que existe é uma “estabilidade no fundo do poço”, registrada pela alta de 0,1% do PIB medida no 3° trimestre pelo IBGE.
Aliás, não é exagero dizer que o principal motor desta estabilidade da produção é a queda da inflação, mais do que qualquer outro fator. E uma queda fundada, essencialmente, no preço dos alimentos e na supervalorização da moeda nacional ante o dólar.
Ambas, mais que precárias, tal como é precário o crescimento do emprego que não se faz com emprego, mas com bicos, biscates, “conta própria” e outras sobrevivências mais.
Isto é algo tão evidente que até mesmo os torcedores “de bandeirinha” das políticas econômicas neoliberais não se aventuram a cantar vitória.
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