Mídia alinhada ao golpe celebra pibinho de Temer

A mediocridade econômica nunca foi tão celebrada como no Brasil pós-golpe; embora a economia brasileira tenha crescido apenas 0,1% no terceiro trimestre deste ano, o que indica estagnação após dois anos de recessão, os jornais que apoiaram o golpe de 2016 soltaram rojões; no Globo, recuperação consistente; no Estado, mercado animado; na Folha, PIB positivo no ano; essa postura editorial reflete apenas a incapacidade da mídia brasileira de reconhecer um de seus maiores erros históricos, que foi sabotar o governo da presidente Dilma Rousseff e criar as condições para uma quebra do pacto democrático, que tornou a economia brasileira muito mais frágil

A mediocridade econômica nunca foi tão celebrada como no Brasil pós-golpe; embora a economia brasileira tenha crescido apenas 0,1% no terceiro trimestre deste ano, o que indica estagnação após dois anos de recessão, os jornais que apoiaram o golpe de 2016 soltaram rojões; no Globo, recuperação consistente; no Estado, mercado animado; na Folha, PIB positivo no ano; essa postura editorial reflete apenas a incapacidade da mídia brasileira de reconhecer um de seus maiores erros históricos, que foi sabotar o governo da presidente Dilma Rousseff e criar as condições para uma quebra do pacto democrático, que tornou a economia brasileira muito mais frágil
A mediocridade econômica nunca foi tão celebrada como no Brasil pós-golpe; embora a economia brasileira tenha crescido apenas 0,1% no terceiro trimestre deste ano, o que indica estagnação após dois anos de recessão, os jornais que apoiaram o golpe de 2016 soltaram rojões; no Globo, recuperação consistente; no Estado, mercado animado; na Folha, PIB positivo no ano; essa postura editorial reflete apenas a incapacidade da mídia brasileira de reconhecer um de seus maiores erros históricos, que foi sabotar o governo da presidente Dilma Rousseff e criar as condições para uma quebra do pacto democrático, que tornou a economia brasileira muito mais frágil (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Os jornais brasileiros, que apoiaram o golpe de 2016, perderam qualquer pudor. Em suas edições deste sábado, Folha, Globo e Estado celebram a mediocridade do Brasil pós-golpe, que pode ser resumido na taxa de crescimento de 0,1% no primeiro trimestre deste ano.

Embora a economia brasileira tenha ficado estagnada, os jornais soltaram rojões.

No Globo, o pibinho de Michel Temer e Henrique Meirelles foi visto como recuperação consistente.

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No Estado, ainda que os resultados tenham sido apontados como tímidos, destaque para o "mercado animado".

Na Folha, realce para o PIB positivo no ano.

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Essa postura editorial reflete apenas a incapacidade da mídia brasileira de reconhecer um de seus maiores erros históricos, que foi sabotar o governo da presidente Dilma Rousseff e criar as condições para uma quebra do pacto democrático, que tornou a economia brasileira muito mais frágil do que antes.

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