Meta do superávit de 2015 evitará “tempestade perfeita”

Opinião é do ex-ministro Delfim Netto, que considera "crível" a meta fiscal anunciada pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para o próximo ano; para Delfim, "a nova equipe econômica, dotada de três profissionais altamente qualificados, fará uma política de equilíbrio, com foco no crescimento e melhor geração de empregos possível"

Data: 17/10/2012       ?Editoria: Seminarios do Valor?Reporter: Gabriela Ramos?Local: Sao Paulo, SP.?Detalhe: Seminario "Perspectivas das Relacoes Economicas entre o Brasil e os Paises Arabes"?Setor: Comercio exterior?Tags: Seminario, palestra, executivos
Data: 17/10/2012 ?Editoria: Seminarios do Valor?Reporter: Gabriela Ramos?Local: Sao Paulo, SP.?Detalhe: Seminario "Perspectivas das Relacoes Economicas entre o Brasil e os Paises Arabes"?Setor: Comercio exterior?Tags: Seminario, palestra, executivos (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Para o ex-ministro da Fazenda, Delfim Netto, a meta do superávit primário para 2015 anunciada pelo novo titular da economia, Joaquim Levy, é crível e evitará uma "tempestade perfeita". A declaração foi dada em entrevista ao Broadcast, serviço da Agência Estado.

"Com um ajuste fiscal crível e transparente, como deverá vir, o Brasil manterá o grau de investimento no próximo ano e o País poderá crescer 1%", avaliou. Ele cravou elogios sobre a nova equipe econômica do governo Dilma.

"A nova equipe econômica, dotada de três profissionais altamente qualificados, fará uma política de equilíbrio, com foco no crescimento e melhor geração de empregos possível", disse.

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Segundo Delfim, o Banco Central deverá levar a inflação à meta de 4,5% em 2016, como definiu o presidente do BC, Alexandre Tombini.

"A política monetária não é independente da fiscal e da cambial. É um todo, que bem equilibrado, com cada peça em seu lugar, seguramente vai colocar a inflação em rota decrescente, que poderá ficar pouco abaixo de 6% no próximo ano", disse.

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