Mercado reage mal à prisão de Lula

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda; o dólar comercial encerrou vendido a R$ 3,422, com alta de 1,6%; além das tensões políticas no Brasil com a prisão do ex-presidente Lula, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta - EUA e China

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda; o dólar comercial encerrou vendido a R$ 3,422, com alta de 1,6%; além das tensões políticas no Brasil com a prisão do ex-presidente Lula, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta - EUA e China
Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda; o dólar comercial encerrou vendido a R$ 3,422, com alta de 1,6%; além das tensões políticas no Brasil com a prisão do ex-presidente Lula, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta - EUA e China (Foto: Leonardo Lucena)


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Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 3,422, com alta de R$ 0,054 (+1,6%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,429.

 
Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em alta, mas reverteu a tendência e encerrou a segunda-feira com queda de 1,78%, aos 83.307 pontos. O indicador está no menor nível desde 9 de fevereiro (80.899 pontos).
 
Esse foi o primeiro dia de negociação após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta. Nesta segunda-feira, o governo chinês descartou a possibilidade de negociações com os Estados Unidos, classificando de intransigente a postura do governo do presidente Donald Trump de sobretaxar produtos chineses em até US$ 150 bilhões.
 
* Com informações da Agência EFE

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