Mercado já questiona até a autoridade de Meirelles

Insatisfação do mercado financeiro em torno do "pacote de bondades" do governo Michel Temer e com o recuo em torno da renegociação das dívidas dos Estados está levando os operadores a questionar até onde vai a força do ministro da Fazenda; otimismo inicial da entrada de Henrique Meirelles à frente da economia estaria dando lugar a uma preocupação crescente sobre uma falta de força para aprovar o ajuste necessário

Insatisfação do mercado financeiro em torno do "pacote de bondades" do governo Michel Temer e com o recuo em torno da renegociação das dívidas dos Estados está levando os operadores a questionar até onde vai a força do ministro da Fazenda; otimismo inicial da entrada de Henrique Meirelles à frente da economia estaria dando lugar a uma preocupação crescente sobre uma falta de força para aprovar o ajuste necessário
Insatisfação do mercado financeiro em torno do "pacote de bondades" do governo Michel Temer e com o recuo em torno da renegociação das dívidas dos Estados está levando os operadores a questionar até onde vai a força do ministro da Fazenda; otimismo inicial da entrada de Henrique Meirelles à frente da economia estaria dando lugar a uma preocupação crescente sobre uma falta de força para aprovar o ajuste necessário (Foto: Paulo Emílio)


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247 - A insatisfação do mercado financeiro em torno do "pacote de bondades" do governo Michel Temer e com o recuo em torno da renegociação das dívidas dos Estados está levando os operadores a questionar até onde vai a força do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Reportagem de Fábio Alves, da Agênica Estado, aponta que é necessário que o governo interino mostre ao mercado ações concretas, como corte de gastos e o ajuste fiscal, para conter a insatisfação cada vez maior.

A insatisfação foi agravada pela aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal e do recuo nas contrapartidas exigidas aos Estados no âmbito das negociações das dívidas. O otimismo inicial da entrada de Meirelles à frente da economia estaria "dando lugar a uma preocupação crescente sobre uma falta de força para aprovar o ajuste necessário".

Daqui em diante, aponta a reportagem, Temer precisa mostrar que Meirelles tem, de fato, mais poder no Palácio do Planalto, uma vez que, se ele deixar o governo, outros nomes de peso também podem sair. O mercado só está vendo até o momento aumento objetivo de gastos, e não um ajuste fiscal. A solução - cortes e ajuste - tem ficado apenas na promessa, como a PEC do teto de gastos públicos e a reforma da Previdência.

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