Mercado de trabalho vai muito bem, diz pesquisa

Crescimento da ocupação formal e substancial aumento na renda mostram melhora na qualidade do emprego; índice calculado por economista da UFRJ considera fatores como desemprego de longa duração, baixa remuneração, desigualdade e escolaridade dos trabalhadores; o índice está atualmente em 0,823, ante 0,804 em 2012; quanto mais perto de 1, melhor

Crescimento da ocupação formal e substancial aumento na renda mostram melhora na qualidade do emprego; índice calculado por economista da UFRJ considera fatores como desemprego de longa duração, baixa remuneração, desigualdade e escolaridade dos trabalhadores; o índice está atualmente em 0,823, ante 0,804 em 2012; quanto mais perto de 1, melhor
Crescimento da ocupação formal e substancial aumento na renda mostram melhora na qualidade do emprego; índice calculado por economista da UFRJ considera fatores como desemprego de longa duração, baixa remuneração, desigualdade e escolaridade dos trabalhadores; o índice está atualmente em 0,823, ante 0,804 em 2012; quanto mais perto de 1, melhor (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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247 - Índice calculado pelo economista João Saboia, do Instituto de Economia da UFRJ, com base na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, mostra que o mercado de trabalho no Brasil melhorou em 2013. Segundo o estudo, o aspecto mais importante não é o crescimento das vagas, que continua, mas sim a qualidade.

O indicador mede nove variáveis. Entre elas o desemprego de longa duração, a baixa remuneração, a desigualdade e escolaridade dos trabalhadores. Ele está atualmente em 0,823 este ano, acima de igual período do ano passado, quando era de 0,804, numa escala que indica que quanto mais perto de 1, melhor.

Pelos cálculos de Saboia, segundo reportagem do jornal O Globo, contribuiu para a melhora na qualidade da ocupação a posse da carteira de trabalho. A vem em seguida, registrando um avanço de 33% no índice. Isto seria o reflexo evidente de uma maior qualidade no trabalho. “A renda continua crescendo, a desigualdade de rendimentos não aumentou e a sub-remuneração é muito baixa. As pessoas conseguem negociar aumento real, e quem está entrando obtém mais do que quem entrava ano passado”, declarou o economista a O Globo.

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Também colaborou para a melhora do emprego a menor pressão da força de trabalho, que seria uma consequência do menor crescimento vegetativo. Isso resluta em desemprego baixo, mesmo sem geração substancial de vagas.

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