Mendonça de Barros: alta de juros não funciona contra inflação

Para o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor-estrategista da AZQuest e ex-presidente do BNDES, subir o juro é uma relação custo-benefício absurda; segundo ele, a demanda já roda em níveis suficientemente baixos e, diante da ineficácia dos juros, a autoridade monetária deveria comunicar de forma clara uma convergência de dois anos para o centro da meta

Para o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor-estrategista da AZQuest e ex-presidente do BNDES, subir o juro é uma relação custo-benefício absurda; segundo ele, a demanda já roda em níveis suficientemente baixos e, diante da ineficácia dos juros, a autoridade monetária deveria comunicar de forma clara uma convergência de dois anos para o centro da meta
Para o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor-estrategista da AZQuest e ex-presidente do BNDES, subir o juro é uma relação custo-benefício absurda; segundo ele, a demanda já roda em níveis suficientemente baixos e, diante da ineficácia dos juros, a autoridade monetária deveria comunicar de forma clara uma convergência de dois anos para o centro da meta (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor-estrategista da AZQuest e ex-presidente do BNDES, a alta de juros não funciona contra inflação: “subir o juro é uma relação custo-benefício absurda”.

Em entrevista ao Valor, ele afirma que a demanda já roda em níveis suficientemente baixos e, diante da ineficácia dos juros, a autoridade monetária deveria comunicar de forma clara uma convergência de dois anos para o centro da meta.

Mendonça diz que o BC deveria manter os juros. “Se pegar os preços que não são influenciados pelo câmbio, por preço público, você vê que eles já estão refletindo a falta de demanda”, afirma (leia aqui).

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