Meirelles quis derrubar Dilma assim que soube do seu câncer em 2009
Lançado pelo jornalista Rodrigo de Almeida, que foi secretário de Imprensa da presidência da República, o livro "À sombra do poder" revela um traço negativo da personalidade do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; assim que soube que a então ministra Dilma Rousseff estava com câncer, Meirelles correu ao ex-presidente Lula e pediu que ele fosse lançado candidato à sua sucessão no lugar de Dilma; "Meirelles não conseguiu ser solidário nem no câncer", disse Dilma; por esse motivo, Dilma, que superou a doença e chegou à presidência, jamais cogitou tê-lo em sua equipe; hoje no governo, Meirelles sonha em suceder Michel Temer, mas seus resultados econômicos – desastrosos – não lhe permitirão voar mais alto
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247 – O escritor Otto Lara Resende cunhou uma frase que se tornou célebre. "Os mineiros só são solidários no câncer", afirmou.
Henrique Meirelles, hoje ministro da Fazenda e ex-presidente do Central no governo Lula, não é mineiro. É goiano, nascido em Anápolis. E, segundo a presidente derrubada Dilma Rousseff não conseguiu ser solidário nem no câncer.
A revelação faz parte de um livro lançado pelo jornalista Rodrigo de Almeida, que foi secretário de Imprensa da presidência da República, chamado "À sombra do poder".
O texto revela um traço negativo da personalidade do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
Assim que soube que a então ministra de Minas e Energia Dilma Rousseff, já escolhida candidata pelo PT em 2010, estava com câncer, Meirelles correu ao ex-presidente Lula e pediu que ele fosse lançado candidato à sua sucessão no lugar de Dilma.
"Meirelles não conseguiu ser solidário nem no câncer", disse Dilma.
Por esse motivo, Dilma, que superou a doença e chegou à presidência, jamais cogitou tê-lo em sua equipe.
Hoje no governo, Meirelles sonha em suceder Michel Temer, mas seus resultados econômicos – desastrosos – não lhe permitirão voar mais alto. O Brasil enfrenta a maior recessão de sua história, com contas públicas arruinadas, desemprego recorde e produção industrial com queda de dois dígitos. Há mais de seis meses no poder, Meirelles já não pode mais falar em "herança maldita".
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