Meirelles: Governo pedirá autorização para déficit de R$170,5 bi

Segundo o ministro da Fazenda, em anúncio desta sexta (20), o rombo fiscal embute frustração de receitas e incorpora o pagamento de diversas dívidas e pagamentos atrasados, além da renegociação de dívidas de Estados junto à União; ele acrescentou que a meta não contempla medidas que estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve para melhorar as contas públicas

Segundo o ministro da Fazenda, em anúncio desta sexta (20), o rombo fiscal embute frustração de receitas e incorpora o pagamento de diversas dívidas e pagamentos atrasados, além da renegociação de dívidas de Estados junto à União; ele acrescentou que a meta não contempla medidas que estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve para melhorar as contas públicas
Segundo o ministro da Fazenda, em anúncio desta sexta (20), o rombo fiscal embute frustração de receitas e incorpora o pagamento de diversas dívidas e pagamentos atrasados, além da renegociação de dívidas de Estados junto à União; ele acrescentou que a meta não contempla medidas que estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve para melhorar as contas públicas (Foto: Valter Lima)


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BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal pedirá aval do Congresso Nacional para fechar 2016 com déficit primário de 170,5 bilhões de reais, anunciou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta sexta-feira.

Segundo Meirelles, o rombo fiscal embute frustração de receitas e incorpora o pagamento de diversas dívidas e pagamentos atrasados, além da renegociação de dívidas de Estados junto à União. Ele acrescentou que a meta não contempla medidas que estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve para melhorar as contas públicas.

A meta vigente de economia para pagamento de juros da dívida pública é de superávit de 24 bilhões de reais apenas para o governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) o que, diante da forte recessão do país, ficou inatingível.

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Para o setor público consolidado, que engloba também Estados, municípios e estatais, a meta ainda é de superávit primário de 30,6 bilhões de reais.

(Por Marcela Ayres)

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