Meirelles: ‘futuro do país está diretamente ligado ao ajuste fiscal’
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que passado o julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff, a pauta econômica será a prioridade do governo Michel Temer e que o futuro do País depende do ajuste fiscal; "Não há dúvida de que passa a ser a prioridade número um. Hoje já é uma prioridade do governo, mas eliminada essa incerteza, o foco no ajuste fiscal passa a ser ainda maior. Do ponto de vista da equipe econômica, nossa missão é realizar o ajuste fiscal", afirmou
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247 - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que passado o julgamento do impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff a pauta econômica será a prioridade do governo do presidente em exercício Michel Temer e que o futuro do pais depende do ajuste fiscal. "Não há dúvida de que passa a ser a prioridade número um. Hoje já é uma prioridade do governo, mas eliminada essa incerteza, o foco no ajuste fiscal passa a ser ainda maior. Do ponto de vista da equipe econômica, nossa missão é realizar o ajuste fiscal", disse Meirelles em entrevista ao jornal O Globo.
Segundo ele, "há uma visão unânime hoje de que o fundamental para o país é a recuperação da economia, que passa pelo ajuste fiscal. O futuro do país está diretamente ligado ao ajuste fiscal. Não existe país no mundo que tenha crescido sem controlar evolução das finanças públicas".
Para o ministro, o ajuste fiscal servirá paratirar o Congresso da "zona de conforto" já que serão os parlamentares que irão "definir de fato quais são as despesas prioritárias da União".
Meirelles também voltou a afirmar que o governo não pretende elevar, em um primeiro momento, a carga tributária. "As declarações de ministros dizendo que não haverá aumento de impostos estão consistentes com a minha indicação de que, nesse momento, não se configura a necessidade de aumento", afirmou. "Agora, eu sou um ministro da área econômica, tratando com agentes econômicos e estou colocando a coisa no prazo longo. Eu sinalizo aos mercados tranquilidade, isto é, mostro que não há um problema ideológico contra aumentos de impostos", completou.
Veja aqui a íntegra da entrevista.
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