Meirelles diz que ajuste fiscal "vai muito bem"

Ministros e deputados da base aliada do presidente em exercício Michel Temer asseguraram que os destaques em separado do projeto que renegocia as dívidas dos Estados não passarão na votação da Câmara que tratará do assunto prevista para a próxima semana. "Está indo tudo muito bem, foi aprovada a contrapartida relevante, que é a criação do teto dos gastos, que é o que vai garantir o ajuste fiscal dos estados. Temos alguns destaques a serem votados, mas estamos confiantes que vai ser mantida a integralidade do acordo, portanto, podemos dizer que o ajuste fiscal vai muito bem", disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante entrevista coletiva no ministério (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante entrevista coletiva no ministério (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)


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247 - Os ministros e deputados da base aliada do presidente em exercício Michel Temer asseguraram que os destaques em separado do projeto que renegocia as dívidas dos Estados não passarão na votação da Câmara que tratará do assunto prevista para a próxima semana.
Está indo tudo muito bem, foi aprovada a contrapartida relevante, que é a criação do teto dos gastos, que é o que vai garantir o ajuste fiscal dos estados. Temos alguns destaques a serem votados, mas estamos confiantes que vai ser mantida a integralidade do acordo, portanto, podemos dizer que o ajuste fiscal vai muito bem", disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

"Não vai haver aprovação de nenhum destaque, essa especulação não prospera, vamos manter o projeto. A discussão já foi feita, agora é votar. Não há mais o que debater nesta matéria", destacou o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima.
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse ter "confiança absoluta" no apoio da base aliada, apesar do alto índice de traições que asseguram uma vitória apertada ao governo na votação da aprovação da medida que renegocia as dívidas estaduais.

"Temos uma base que nos dá confiança absoluta de que teremos as posições do governo e da nossa equipe econômica sendo homologadas pelo congresso nacional. A democracia pressupõe que tenhamos esse confronto, é importante que haja sempre a possibilidade de reavaliar as nossas posições, mas chegamos à conclusão de que as posições do governo são as corretas. Temos certeza que a nossa base vai rejeitar qualquer tipo de destaque que possa comprometer o nosso ajuste", disse Padilha ao jornal O Globo.

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