Meirelles define prioridades da Fazenda de Temer

Provável ministro da Fazenda no eventual governo de Michel Temer (PMDB), Henrique Meirelles definiu os três eixos das primeiras medidas econômicas a serem tomadas: um projeto fixando um teto para o crescimento dos gastos públicos, com o fim de boa parte das vinculações de receitas, uma reforma da Previdência e a racionalização do sistema tributário; em reuniões com assessores do vice, realizadas durante esta semana, o ex-presidente do BC disse que o lema do governo Temer na economia vai ser "vamos devagar, mas estamos com pressa"

Provável ministro da Fazenda no eventual governo de Michel Temer (PMDB), Henrique Meirelles definiu os três eixos das primeiras medidas econômicas a serem tomadas: um projeto fixando um teto para o crescimento dos gastos públicos, com o fim de boa parte das vinculações de receitas, uma reforma da Previdência e a racionalização do sistema tributário; em reuniões com assessores do vice, realizadas durante esta semana, o ex-presidente do BC disse que o lema do governo Temer na economia vai ser "vamos devagar, mas estamos com pressa"
Provável ministro da Fazenda no eventual governo de Michel Temer (PMDB), Henrique Meirelles definiu os três eixos das primeiras medidas econômicas a serem tomadas: um projeto fixando um teto para o crescimento dos gastos públicos, com o fim de boa parte das vinculações de receitas, uma reforma da Previdência e a racionalização do sistema tributário; em reuniões com assessores do vice, realizadas durante esta semana, o ex-presidente do BC disse que o lema do governo Temer na economia vai ser "vamos devagar, mas estamos com pressa" (Foto: Valter Lima)


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247 - Provável ministro da Fazenda no eventual governo de Michel Temer (PMDB), Henrique Meirelles definiu os três eixos das primeiras medidas econômicas a serem tomadas:

1) um projeto fixando um teto para o crescimento dos gastos públicos, com o fim de boa parte das vinculações de receitas,

2) uma reforma da Previdência,

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3) a racionalização do sistema tributário.

Em reuniões com assessores do vice, realizadas durante esta semana, o ex-presidente do BC disse que o lema do governo Temer na economia vai ser "vamos devagar, mas estamos com pressa".

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Traduzindo: o desequilíbrio das contas públicas impede que a situação seja revertida de imediato, mas as medidas para resolver o problema terão de ser aprovadas no curto prazo, de preferência todas neste ano.

"Precisamos sinalizar que daqui a dois anos poderemos ter superavit primário de novo, mas isso não significa deixar para depois a aprovação. Tem de acontecer agora", disse Meirelles.

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Se assumir o governo, Temer pretende nos primeiros dias aprovar no Congresso a revisão da meta fiscal deste ano, autorizando um deficit de R$ 96,7 bilhões.

Outra missão de curtíssimo prazo será aprovar a DRU (mecanismo que desvincula 30% das principais receitas da União).

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Em seguida, o governo irá se dedicar ao projeto que fixa um teto para os gastos públicos. 

A reforma da Previdência deve ser apresentada no curto prazo, votada depois das eleições municipais.

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