Meireles: com força política, custo do ajuste é menor
Ex-presidente do Banco do Central, Henrique Meireles, afirma que "é fundamental que o reequilíbrio das contas públicas seja conduzido por uma liderança que não só acredite verdadeiramente no processo, como tenha força política e capacidade de transmitir à sociedade que ele será bem-sucedido e benéfico a todos"; nesses termos, diz ele, "sua chance de sucesso aumenta muito e seu custo cai substancialmente"; Meireles acredita que o processo é mais eficaz "se vier acompanhado de reformas pró-crescimento (fiscal, trabalhista e previdenciária), que restaurem a capacidade de crescer de forma sustentável e vigorosa"
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247 - Ex-presidente do Banco do Central, Henrique Meireles, afirma que "é fundamental que o reequilíbrio das contas públicas seja conduzido por uma liderança que não só acredite verdadeiramente no processo, como tenha força política e capacidade de transmitir à sociedade que ele será bem-sucedido e benéfico a todos". Nesses termos, diz ele, "sua chance de sucesso aumenta muito e seu custo cai substancialmente".
Em artigo publicado neste domingo (27), Meireles afirma que "o Brasil enfrenta a correção de um período de excessivo gasto público e suas consequências socioeconômicas, como o aumento das incertezas sobre a solvência futura do Estado e a consequente diminuição dos investimentos e do consumo".
Para ele, "o ajuste tentado em 2015 é necessário, mas o custo é desnecessariamente maior quando ele não tem força e credibilidade suficientes para gerar confiança". "Se restaurada, a confiança estimula a retomada do investimento, do consumo e do crescimento, aumentando a arrecadação fiscal e facilitando o processo de ajuste", diz.
Meireles acredita que o processo é mais eficaz "se vier acompanhado de reformas pró-crescimento (fiscal, trabalhista e previdenciária), que restaurem a capacidade de crescer de forma sustentável e vigorosa".
Leia o artigo na íntegra aqui.
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