MBL usa sites de fake news para gerar criptomoedas

O site de fake news "Jornalivre",  administrado por simpatizantes do MBL (Movimento Brasil Livre), foi flagrado em outubro fazendo a mineração da criptomoeda Monero, com um recurso chamado Coinhive; enquanto acessa a págia, o usuário cede involuntariamente sua energia elétrica e o poder de processamento de sua máquina para gerar criptomoedas para o grupo, em um processo conhecido como mineração; mineração oculta nos sites foi apelidada de "cryptojacking" ("criptosequestro")

O site de fake news "Jornalivre",  administrado por simpatizantes do MBL (Movimento Brasil Livre), foi flagrado em outubro fazendo a mineração da criptomoeda Monero, com um recurso chamado Coinhive; enquanto acessa a págia, o usuário cede involuntariamente sua energia elétrica e o poder de processamento de sua máquina para gerar criptomoedas para o grupo, em um processo conhecido como mineração; mineração oculta nos sites foi apelidada de "cryptojacking" ("criptosequestro")
O site de fake news "Jornalivre",  administrado por simpatizantes do MBL (Movimento Brasil Livre), foi flagrado em outubro fazendo a mineração da criptomoeda Monero, com um recurso chamado Coinhive; enquanto acessa a págia, o usuário cede involuntariamente sua energia elétrica e o poder de processamento de sua máquina para gerar criptomoedas para o grupo, em um processo conhecido como mineração; mineração oculta nos sites foi apelidada de "cryptojacking" ("criptosequestro") (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Nos últimos meses, alguns sites e aplicativos estão usando os computadores e celulares de usuários para gerar criptomoedas (moedas digitais criadas por programadores) sem avisá-los.

Enquanto acessa essas páginas, o usuário cede involuntariamente sua energia elétrica e o poder de processamento de sua máquina para gerar criptomoedas para terceiros, em um processo conhecido como mineração. A mineração oculta nos sites foi apelidada de "cryptojacking" ("criptosequestro").

O site de notícias "Jornalivre", por exemplo, administrado por simpatizantes do MBL (Movimento Brasil Livre), foi flagrado em outubro fazendo a mineração da criptomoeda Monero, com um recurso chamado Coinhive.

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Embate com governos aumenta risco
A mineração é feita por meio da solução de problemas matemáticos. Como os enigmas são difíceis de resolver, é necessário dedicar boa parte da memória RAM do computador à atividade.

O Coinhive, programa de mineração que roda no navegador, pode ser usado por qualquer site. Lançado em setembro, o serviço se propõe a substituir as propagandas como fonte de receita on-line.

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"A ideia é muito legítima como opção aos anúncios, já que muitos vêm com malwares e spywares [vírus] e roubam dados sem que as pessoas saibam", diz Gabriel Aleixo, do ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade).

"Poderia ser utilizada só uma porcentagem do poder ocioso do computador, sem deixar a máquina devagar. Mas seria importante deixar isso claro para o usuário, para haver consentimento."

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O dono do site determina quanta energia será aplicada na mineração via Coinhive, ou seja, o impacto que a mineração terá no PC alheio.

As informações são de reportagem de Natália Portinari na Folha de S.Paulo.

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