Marina diz que concessões são “medidas sobre leite derramado”

Ex-senadora criticou o programa de concessões anunciado nesta terça-feira 9 pela presidente Dilma Rousseff na área de infraestrutura; para Marina Silva, o planejamento não passa de "medidas sobre o leite derramado"; ela também criticou duramente a política econômica ao dizer que o governo levou o Brasil de volta ao "período pré-industrial" e que os cortes contidos no plano de ajuste fiscal são maiores porque o governo perdeu a credibilidade

Ex-senadora criticou o programa de concessões anunciado nesta terça-feira 9 pela presidente Dilma Rousseff na área de infraestrutura; para Marina Silva, o planejamento não passa de "medidas sobre o leite derramado"; ela também criticou duramente a política econômica ao dizer que o governo levou o Brasil de volta ao "período pré-industrial" e que os cortes contidos no plano de ajuste fiscal são maiores porque o governo perdeu a credibilidade
Ex-senadora criticou o programa de concessões anunciado nesta terça-feira 9 pela presidente Dilma Rousseff na área de infraestrutura; para Marina Silva, o planejamento não passa de "medidas sobre o leite derramado"; ela também criticou duramente a política econômica ao dizer que o governo levou o Brasil de volta ao "período pré-industrial" e que os cortes contidos no plano de ajuste fiscal são maiores porque o governo perdeu a credibilidade (Foto: Paulo Emílio)


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247 - A ex-senadora Marina Silva criticou o programa de concessões anunciado nesta terça-feira (9) pela presidente Dilma Rousseff que prevê investimentos de R$ 198,4 bilhões na área de infraestrutura. Segundo Marina, O Programa de investimentos em Logística do Governo Federal não passa de "medidas sobre o leite derramado". Ela também criticou duramente a política econômica ao dizer que o governo levou o Brasil de volta ao "período pré-industrial" e que os cortes contidos no plano de ajuste fiscal são maiores porque o governo perdeu a credibilidade".

"Estamos vendo milhares e milhares de postos de trabalho desaparecerem da noite para o dia, a população está ficando cada vez mais endividada, quando vai ao supermercado o salário está ficando cada vez menor em função da inflação. Esse é o momento de reconhecer a gravidade dos problemas e recuperar credibilidade", disse Marina durante um evento em São Paulo.

A ex-senadora disse que os cortes promovidos pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy no Orçamento da União recaem diretamente sobre a população. "O ajuste é feito de uma forma muito mais amarga em função da falta de credibilidade. Como não há autocrítica sendo feita e o governo pede para que a sociedade faça sacrifícios, fica muito difícil que os sacrifícios sejam feitos por quem menos pode. Exatamente nesse momento quem paga o maior preço é quem não tem como pagá-lo sozinho. O governo continua com 39 ministérios, com mais de 20 mil cargos em comissão, sem reconhecer os erros que cometeu para poder ganhar uma eleição", disparou.

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Para ela, "há uma contradição muito grande entre as necessidades reais do país e aquilo que está sendo feito".

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