Maria Silvia, presidente do BNDES, questiona coercitivas da PF
A presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Maria Silvia Bastos Marques, criticou a postura da Operação Bullish, realizada pela Polícia Federal no banco na última sexta; a executiva declarou não ter compreendido a necessidade das conduções coercitivas dos funcionários no caso JBS, visto que “é do interesse do seu corpo funcional e da atual diretoria cooperar ostensivamente para saber se o banco foi usado por terceiros, pois seus empregados cumpriram seu papel de forma proba”
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247 - A operação Bullish, realizada pela Polícia Federal na última sexta, desagradou à presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Maria Silvia Bastos Marques, que criticou as conduções coercitivas de funcionários do banco no caso JBS, visto que “é do interesse do seu corpo funcional e da atual diretoria cooperar ostensivamente para saber se o banco foi usado por terceiros, pois seus empregados cumpriram seu papel de forma proba”.
As informações são da coluna de Sonia Racy no Estado de S.Paulo.
"Presidente do banco não entendeu o porquêIndagada sobre as operações no BNDES como um todo, na gestão anterior à sua, Maria Silvia, esclarece: “Com relação ao que se passava dentro do banco, nós já fizemos – houve vários casos em que fomos instados a fazer isso – processos de auditoria de conformidade. Não verificamos irregularidade nos procedimentos do banco. Isso é muito importante e precisa ficar claro: temos que separar política de governo da atuação técnica do BNDES”.
A frase, defendendo o corpo técnico do banco, foi dita durante gravação, na semana passada, do programa Show Business, na sede da Band, em São Paulo, conduzido por esta colunista. A executiva contou ali, também, que tem se aproximado de órgãos de controle. “De forma importante, criei nessa gestão uma diretoria jurídica, uma diretoria de controladoria que tem nos ajudado muito nessa interface.”
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