Marcos Lisboa condena aumentos de Temer para servidores públicos

Presidente do Insper critica o reajuste para servidores aprovado pela Câmara, a pedido do presidente interino, Michel Temer, que gerará um custo de ao menos R$ 58 bilhões no orçamento do governo em três anos; "Estamos vivendo o maior desemprego da história, com 11,4 milhões de desocupados, e aqueles que ainda se mantêm no mercado de trabalho veem a renda cair. É inaceitável que um grupo que tem estabilidade no emprego, que tem voz em Brasília, transfira a conta para o restante da sociedade", afirma Marcos Lisboa

Presidente do Insper critica o reajuste para servidores aprovado pela Câmara, a pedido do presidente interino, Michel Temer, que gerará um custo de ao menos R$ 58 bilhões no orçamento do governo em três anos; "Estamos vivendo o maior desemprego da história, com 11,4 milhões de desocupados, e aqueles que ainda se mantêm no mercado de trabalho veem a renda cair. É inaceitável que um grupo que tem estabilidade no emprego, que tem voz em Brasília, transfira a conta para o restante da sociedade", afirma Marcos Lisboa
Presidente do Insper critica o reajuste para servidores aprovado pela Câmara, a pedido do presidente interino, Michel Temer, que gerará um custo de ao menos R$ 58 bilhões no orçamento do governo em três anos; "Estamos vivendo o maior desemprego da história, com 11,4 milhões de desocupados, e aqueles que ainda se mantêm no mercado de trabalho veem a renda cair. É inaceitável que um grupo que tem estabilidade no emprego, que tem voz em Brasília, transfira a conta para o restante da sociedade", afirma Marcos Lisboa (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O presidente do Insper, Marcos Lisboa, criticou duramente o reajuste para servidores aprovado pela Câmara dos Deputados, a pedido do presidente interino, Michel Temer, que gerará um custo de ao menos R$ 58 bilhões ao orçamento do governo em um período de três anos.

"Estamos vivendo o maior desemprego da história, com 11,4 milhões de desocupados, e aqueles que ainda se mantêm no mercado de trabalho veem a renda cair. É inaceitável que um grupo que tem estabilidade no emprego, que tem voz em Brasília, transfira a conta para o restante da sociedade", disse o economista, segundo blog do Correio Braziliense.

Para ele, se mantido esse tipo de comportamento, o governo Temer pode provocar uma crise ainda mais grave no País. "Não há mais como atender a grupos de interesse. É preciso pensar no país como um todo", critica Lisboa, que já foi vice-presidente do Itaú e secretário de Política Econômica da Fazenda.

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