Marca do Brasil em Davos será a corrupção

Com o pior desempenho econômico entre os países do G20, em razão do caos econômico produzido pelo golpe, o Brasil terá como principal palestrante em Davos o procurador-geral Rodrigo Janot, que falará sobre combate à corrupção; Michel Temer decidiu não ir a Davos e vai enviar uma carta sobre seu ajuste fiscal, que, na verdade, não existe, uma vez que o Brasil terá um rombo de quase R$ 200 bilhões em 2016, que já ameaça se repetir em 2017

Janot Davos
Janot Davos (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Com o pior desempenho econômico entre os países do G20, em razão do caos econômico produzido pelo golpe, o Brasil terá como principal palestrante no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O convite foi motivado pelo interesse da comunidade internacional, empresários e políticos estrangeiros em saberem qual será o desdobramento do combate à corrupção no Brasil. Já Michel Temer decidiu não ir a Davos e irá enviar uma carta sobre seu ajuste fiscal, que, na verdade, não existe, uma vez que o Brasil terá um rombo de quase R$ 200 bilhões em 2016, que já ameaça se repetir em 2017.

Janot viaja no dia 15 de janeiro e tem três palestras programadas. Na Suíça, nos dias 18 e 19, ele vai falar da luta contra a corrupção, participar de um seminário sobre "lideranças" e discutir cibercriminalidade.

As informações são do Estado de S.Paulo.

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"A opção de Davos por dar um tratamento especial a Janot marca uma mudança profunda no tom adotado pelo Fórum em relação ao Brasil, que por anos foi considerado como o "queridinho" do evento nos Alpes. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a receber um prêmio de estadista do ano dos organizadores.

Além de Davos, Janot vai se reunir com o procurador-geral da Suíça, Michael Lauber. Segundo o Estado apurou, um das intenções é traçar objetivos comuns para uma segunda fase de investigações da Operação Lava Jato relacionadas às mais de mil contas bloqueadas pelos suíços."

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