Mantega sinaliza reajuste da gasolina em 2014

"Todos os anos têm correção do preço da gasolina", respondeu o ministro da Fazenda, acentuando que não planos para qualquer "tarifaço"; questionado sobre se baixa na inflação abre espaço para ajuste em preços administrados, Guido Mantega assinalou: "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais, sem tarifaço"; último reajuste dos combustíveis ocorreu em novembro do ano passado, com 4% para a gasolina e 8% sobre o diesel

"Todos os anos têm correção do preço da gasolina", respondeu o ministro da Fazenda, acentuando que não planos para qualquer "tarifaço"; questionado sobre se baixa na inflação abre espaço para ajuste em preços administrados, Guido Mantega assinalou: "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais, sem tarifaço"; último reajuste dos combustíveis ocorreu em novembro do ano passado, com 4% para a gasolina e 8% sobre o diesel
"Todos os anos têm correção do preço da gasolina", respondeu o ministro da Fazenda, acentuando que não planos para qualquer "tarifaço"; questionado sobre se baixa na inflação abre espaço para ajuste em preços administrados, Guido Mantega assinalou: "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais, sem tarifaço"; último reajuste dos combustíveis ocorreu em novembro do ano passado, com 4% para a gasolina e 8% sobre o diesel (Foto: Marco Damiani)


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Por Luciana Otoni e Alonso Soto

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que em todos os anos houve correção nos preços da gasolina e que o comportamento do governo é continuar com reajustes normais, mas negou que haverá "tarifaço" após as eleições de outubro.

"Todos os anos tem correção do preço da gasolina, uns mais outros menos, todos os anos tem correção. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina, essa é a regra", afirmou o ministro em entrevista à Reuters nesta terça-feira.

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"Quando ocorrerá o aumento, essa é decisão que mexe com o mercado, com ações, não se comenta. É questão das empresas responsáveis", acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com o arrefecimento da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados.

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"Nosso comportamento é continuar com reajustes normais (da gasolina), sem tarifaço", afirmou o ministro.

A diretoria da Petrobras tem pleiteado ao governo reajuste dos preços dos combustíveis para reduzir a defasagem dos valores praticados no Brasil com os vistos no exterior, algo que afeta as finanças da companhia.

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A gasolina tem um peso importante no IPCA, índice que baliza a meta de inflação do governo que é de 4,5 por cento ao ano, com margem de tolerância de dois pontos para mais ou para menos.

Com o IPCA em 12 meses acima do teto da meta atualmente, o governo tem menos espaço para elevar preços administrados como os dos combustíveis.

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A última vez em que houve reajuste nos preços da gasolina foi em novembro do ano passado, quando a Petrobras anunciou aumento médio de 4 por cento da gasolina e de 8 por cento no diesel nas refinarias. Na época, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3 por cento.

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