Mantega: 'Inflação não se combate com tiro de canhão'

"É só colocar uma bala de canhão: chuta o juro para cima, a economia vai definhar, você vai ter recessão. Aí sim vai ter uma inflação baixa. Mas aí é a paz do cemitério", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega ao defender política gradual para alta de preços; "Jamais jogaremos nas costas da população o ajuste da crise mundial. Brasil é um dos poucos países do mundo em que não caiu o salário. É por causa da estratégia econômica que temos, que é diferente"

"É só colocar uma bala de canhão: chuta o juro para cima, a economia vai definhar, você vai ter recessão. Aí sim vai ter uma inflação baixa. Mas aí é a paz do cemitério", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega ao defender política gradual para alta de preços; "Jamais jogaremos nas costas da população o ajuste da crise mundial. Brasil é um dos poucos países do mundo em que não caiu o salário. É por causa da estratégia econômica que temos, que é diferente"
"É só colocar uma bala de canhão: chuta o juro para cima, a economia vai definhar, você vai ter recessão. Aí sim vai ter uma inflação baixa. Mas aí é a paz do cemitério", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega ao defender política gradual para alta de preços; "Jamais jogaremos nas costas da população o ajuste da crise mundial. Brasil é um dos poucos países do mundo em que não caiu o salário. É por causa da estratégia econômica que temos, que é diferente" (Foto: Roberta Namour)


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247 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que a gestão de Dilma Rousseff não adotará “política heroica" ou "tratamento de choque" contra a inflação.

"É só colocar uma bala de canhão: chuta o juro para cima, a economia vai definhar, você vai ter recessão. Aí sim vai ter uma inflação baixa. Mas aí é a paz do cemitério", disse em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

Por outro lado, afirma, com a “política gradualista” de Dilma, ser possível levar a inflação para o centro da meta, de 4,5%, em 2018.
Admite aumento de preços, mas diz que o “tarifaço”, como diz a oposição, é desnecessário.

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“Jamais jogaremos nas costas da população o ajuste da crise mundial. Outros fariam isso. Por que você acha que caiu o salário na Europa inteira, nos EUA, e no Brasil não caiu? É um dos poucos países do mundo em que não caiu o salário. É por causa da estratégia econômica que temos, que é diferente”, (leia mais).

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