Manifestação paralisa produções pelo Brasil
Em Minas Gerais, a fábrica da Fiat de Betim dispensou os seis mil funcionários do primeiro e segundo turnos por falta de componentes e peças; a JBS também teve de suspender as operações em oito unidades, afetando 75% da capacidade de produção de aves e suínos da empresa; nesta manhã, caminhoneiros voltaram a bloquear acesso ao Porto de Santos
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247 – Além de barrar exportações pelos portos de Santos, em São Paulo, e Paranaguá, no Paraná, o bloqueio de rodovias em protesto dos caminhoneiros contra o preço do diesel afetou ainda atividade de algumas empresas.
Em Minas Gerais, a fábrica da Fiat de Betim dispensou os seis mil funcionários do primeiro e segundo turnos por falta de componentes e peças. No local, são montados três mil veículos por dia.
A JBS também teve de suspender as operações em oito unidades, afetando 75% da capacidade de produção de aves e suínos da empresa.
A colheita de soja em diversas fazendas do norte de Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil, foi igualmente paralisada devido à falta de diesel para abastecer o maquinário.
Caminhoneiros voltam a bloquear acesso ao Porto de Santos
Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil - Duas faixas da Via Anchieta, na altura do quilômetro (km) 23, em São Bernardo do Campo, foram bloqueadas hoje (25) por cerca de pouco mais de meia hora no acesso ao Porto de Santos, em nova manifestação dos caminhoneiros. Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, as pistas foram liberadas por volta das 7h35, com intervenção policial, porém, não houve confronto. Em consequência, há três quilômetros de congestionamento.
Os protestos da categoria, que se espalham pelo país, chegaram na tarde de ontem (24) ao Sistema Anchieta-Imigrantes, fechando o acesso ao Porto, na Baixada Santista, entre as 14h10 e a 1h.
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