Maia quer votar Previdência no dia 6

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acertou com o governo tentar votar a reforma da Previdência no plenário da Casa na primeira semana de dezembro; calendário foi discutido em duas reuniões na residência de Maia em Brasília neste domingo, 19, um dia após Michel Temer decidir nomear o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO), um dos principais aliados do parlamentar fluminense, para o Ministério das Cidades

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante votação da admissibilidade da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer 25/10/2017 REUTERS/Adriano Machado
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante votação da admissibilidade da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer 25/10/2017 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - O governo e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acertaram tentar votar a reforma da Previdência no plenário da Casa na primeira semana de dezembro. O calendário foi discutido em duas reuniões na residência de Maia em Brasília neste domingo, 19, um dia após Michel Temer decidir nomear o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO), um dos principais aliados do parlamentar fluminense, para o Ministério das Cidades.o

Maia recebeu incialmente Temer, ministros da área política e líderes da base aliada em almoço que se estendeu até o final da tarde. Em seguida, foi a vez do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se reunir por 40 minutos com o presidente da Câmara para discutir a votação da reforma da Previdência e outros projetos da agenda econômica, entre eles, o que altera as regras do Cadastro Positivo.

"O Rodrigo sugeriu votarmos a Previdência na primeira semana de dezembro, provavelmente no dia 6", afirmou ao Estadão/Broadcast o líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), um dos presentes no almoço.

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Como a reforma está sendo analisada por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ela precisa passar por duas votações no plenário da Câmara e, para ser aprovada, tem de ter votos de pelo menos 308 dos 513 deputados.

As informações são de reportagem de Igor Gadelha e Adriana Fernandes no Estado de S.Paulo.

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