Lisboa aponta "certa ambiguidade" na política de Temer

Para o economista, presidente o Insper, o aumento aos funcionários públicos aprovado pela Câmara foi um "grave retrocesso", porque vai na contramão do ajuste fiscal: "Afinal, o governo Temer vai enfrentar o ajuste ou vai preservar a tradição dos últimos sete anos, de ser refém dos grupos de interesse?", questiona; ele foi um dos economistas que contribuíram para o documento "Uma Ponte para o Futuro", apresentado em novembro do ano passado pelo PMDB

Para o economista, presidente o Insper, o aumento aos funcionários públicos aprovado pela Câmara foi um "grave retrocesso", porque vai na contramão do ajuste fiscal: "Afinal, o governo Temer vai enfrentar o ajuste ou vai preservar a tradição dos últimos sete anos, de ser refém dos grupos de interesse?", questiona; ele foi um dos economistas que contribuíram para o documento "Uma Ponte para o Futuro", apresentado em novembro do ano passado pelo PMDB
Para o economista, presidente o Insper, o aumento aos funcionários públicos aprovado pela Câmara foi um "grave retrocesso", porque vai na contramão do ajuste fiscal: "Afinal, o governo Temer vai enfrentar o ajuste ou vai preservar a tradição dos últimos sete anos, de ser refém dos grupos de interesse?", questiona; ele foi um dos economistas que contribuíram para o documento "Uma Ponte para o Futuro", apresentado em novembro do ano passado pelo PMDB (Foto: Roberta Namour)


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247 - O economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, destaca uma "certa ambiguidade" na política do governo interino de Michel Temer.

Para ele, o aumento aos funcionários públicos aprovado pela Câmara foi um "grave retrocesso", porque vai na contramão do ajuste fiscal; "Afinal, o governo Temer vai enfrentar o ajuste ou vai preservar a tradição dos últimos sete anos, de ser refém dos grupos de interesse?", questiona Lisboa, em entrevista ao Valor.

Por outro lado, diz que a proposta para limitar o crescimento dos gastos não financeiros da União - e agora dos Estados - à inflação do ano anterior é um passo na direção correta, ainda que seja insuficiente para garantir que as despesas não tenham aumento real.

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Ele foi um dos economistas que contribuíram para o documento "Uma Ponte para o Futuro", apresentado em novembro do ano passado pelo PMDB (leia aqui).

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