Líderes da base assinam pacto contra projetos que aumentam gastos

O governo tem se articulado com sua base para evitar a aprovação de matérias que podem ter impacto anual de R$ 60 bilhões nas contas públicas; entre esses projetos está o que estabelece um piso salarial para os agentes comunitários de saúde; governo vem tendo dificuldades para atingir suas metas fiscais neste ano e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já admitiu que a meta de superávit primário pode ficar abaixo dos 2,3% do Produto Interno Bruto prometidos para 2013

Presidenta Dilma Rousseff durante reunião do Conselho Político. (Brasília - DF, 19/11/2013)
Presidenta Dilma Rousseff durante reunião do Conselho Político. (Brasília - DF, 19/11/2013) (Foto: Valter Lima)


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BRASÍLIA, 19 Nov (Reuters) - Líderes da base no Congresso assinaram nesta terça-feira, em reunião com a presidente Dilma Rousseff, um pacto pela responsabilidade fiscal e se comprometeram a não apoiar propostas que tenham impacto nas contas públicas, afirmou o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE).

De acordo com ele, todos os líderes presentes assinaram um documento, firmando o compromisso de seguir o acordo pela estabilidade fiscal, como anunciado pela presidente logo após as manifestações populares de junho.

"O principal objetivo desse pacto é não apoiar nenhuma matéria que implique no aumento de despesas ou na redução de receitas", disse o líder a jornalistas, enquanto ainda ocorria a reunião.

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"A essência do pacto é isso e tem como objetivo também garantir o crescimento econômico com inclusão social e distribuição de renda."

O governo tem se articulado com sua base para evitar a aprovação de matérias que, nas contas de Pimentel e de autoridades do governo, podem ter impacto anual de 60 bilhões de reais nas contas do governo.

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Entre esses projetos está o que estabelece um piso salarial para os agentes comunitários de saúde.

O governo vem tendo dificuldades para atingir suas metas fiscais neste ano e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já admitiu que a meta de superávit primário pode ficar abaixo dos 2,3 por cento do Produto Interno Bruto prometidos para 2013.

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(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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