Levy: vamos cortar gastos mais que em outros casos
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que todos devem 'tomar as responsabilidades' diante da decisão da agência de classificação de risco Standard & Poors de anunciar a perda do grau de investimento para a economia brasileira: "A gente tem dado um diagnóstico transparente, verdadeiro e agora as pessoas têm que tomar essas responsabilidades em todos os níveis. O governo vai, deve cortar gastos, sim. Mais do que já cortou em outros casos"; em entrevista ao Jornal da Globo, ele reafirmou a necessidade de garantir o esforço fiscal para o Orçamento de 2016: "Nós queremos equilíbrio fiscal. A gente quer atingir a meta que é necessária para trazer tranquilidade para a economia brasileira"; "Agora, todo mundo vai ter que estar envolvido nisso e é um desafio para cada um de nós", reforçou
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247 – Após a agência de classificação de risco Standard & Poors anunciar a perda do grau de investimento para a economia brasileira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, garantiu que "o governo vai, deve cortar gastos, sim. Mais do que já cortou em alguns casos".
"Existe um problema difícil, que é um programa que só vai ser vencido se as pessoas olharem com responsabilidade. A gente tem dado um diagnóstico transparente, verdadeiro e agora as pessoas têm que tomar essas responsabilidades em todos os níveis. O governo vai, deve cortar gastos, sim. Mais do que já cortou em outros casos. E com gestão, ferramentas inteligentes. E, se precisar, a gente tem que ter disposição de também fazer um sacrifício para todo mundo poder voltar a ter a economia crescendo", disse Levy, em entrevista a William Waack e Christiane Pelajo, no Jornal da Globo.
Levy ainda reafirmou a necessidade de garantir o esforço fiscal para o Orçamento de 2016: "Nós queremos equilíbrio fiscal. A gente quer atingir a meta que é necessária para trazer tranquilidade para a economia brasileira", comentou.
"O mundo mudou, tinha mais tantas coisas que dava para fazer na época e que a gente fez, não dá mais para fazer assim se a gente quer crescer. E aí a gente vai ter que fazer essas escolhas. Qual vai ser exatamente o imposto, quanto vai ser, qual vai ser exatamente o corte, a gente vai conversar, foi isso o que Congresso pediu para a gente, e depois, eu acho que nas próximas semanas, o governo vai ter que fazer isso com muita clareza. Agora, todo mundo vai ter que estar envolvido nisso e é um desafio para cada um de nós", reforçou (leia mais).
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