Levy: se meta fiscal para 2016 for zero, ficar no governo 'perde sentido'

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy disse nesta quinta (10), em reunião com parlamentares governistas da Comissão Mista de Orçamento, que sua permanência no governo "perderá o sentido" se não for aprovada para o próximo ano uma meta de superavit primário de 0,7% do PIB; nas palavras de Joaquim Levy, esta decisão faria com que 2016 repetisse, na economia, o ano de 2015, retardando a recuperação econômica brasileira e colocando em risco, inclusive, o ano de 2017

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy disse nesta quinta (10), em reunião com parlamentares governistas da Comissão Mista de Orçamento, que sua permanência no governo "perderá o sentido" se não for aprovada para o próximo ano uma meta de superavit primário de 0,7% do PIB; nas palavras de Joaquim Levy, esta decisão faria com que 2016 repetisse, na economia, o ano de 2015, retardando a recuperação econômica brasileira e colocando em risco, inclusive, o ano de 2017
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy disse nesta quinta (10), em reunião com parlamentares governistas da Comissão Mista de Orçamento, que sua permanência no governo "perderá o sentido" se não for aprovada para o próximo ano uma meta de superavit primário de 0,7% do PIB; nas palavras de Joaquim Levy, esta decisão faria com que 2016 repetisse, na economia, o ano de 2015, retardando a recuperação econômica brasileira e colocando em risco, inclusive, o ano de 2017 (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy disse nesta quinta-feira (10), em reunião com parlamentares governistas da Comissão Mista de Orçamento, que sua permanência no governo "perderá o sentido" se não for aprovada para o próximo ano uma meta de superavit primário de 0,7% do PIB.

Zerar a meta fiscal para 2016, como defende uma ala do governo e parlamentares governistas, levará o país a perder o grau de investimento das agências de classificação de risco Moody's e Fitch e a um aprofundamento da crise econômica.

Nas palavras de Joaquim Levy, esta decisão faria com que 2016 repetisse, na economia, o ano de 2015, retardando a recuperação econômica brasileira e colocando em risco, inclusive, o ano de 2017.

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