Levy: reequilíbrio fiscal deve ir além de ajuste de curto prazo
Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no âmbito do Orçamento para 2016, o governo vem se organizando para enfrentar o cenário de crise e melhorar a qualidade e o foco do gasto público – para prover serviços adequados dentro de limites orçamentários aceitáveis; “as reformas vão melhorar a vida das empresas, simplificando o pagamento de impostos e dando neutralidade, isonomia e transparência ao PIS/Cofins”
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247 – Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o país precisa de reformas que assegurem a sustentabilidade fiscal a longo prazo.
No âmbito do Orçamento para 2016, diz queo governo vem se organizando para enfrentar o cenário de crise e melhorar a qualidade e o foco do gasto público – para prover serviços adequados dentro de limites orçamentários aceitáveis. “As reformas vão melhorar a vida das empresas, simplificando o pagamento de impostos e dando neutralidade, isonomia e transparência ao PIS/Cofins”, afirma.
“O Orçamento 2016 é uma grande oportunidade para se articular essa discussão, inclusive sobre a rigidez do gasto público. Com escolhas de curto e médio prazos para se encontrar o equilíbrio entre a robustez fiscal e o tamanho do Estado. Escolhas, às vezes, difíceis porque a restrição orçamentária impõe prioridades. Mas que o País saberá fazer com maturidade e de forma equânime”, concluiu (leia aqui).
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