Levy: "Preço da energia deve cair nos próximos meses"

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, as medidas tomadas no início do ano para reequilibrar os preços relativos na economia já começam a surtir efeito em alguns setores; "Pode ser um reequilíbrio da economia e pode ser um reequilíbrio muito interessante em termos de arrecadação, porque a do setor de manufatura e transformação tende a gerar uma arrecadação mais alta que outros setores", informou o ministro nesta sexta-feira, 17, durante a abertura de uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Rio; Levy disse também que os preços de energia podem começar a cair nos próximos meses

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, as medidas tomadas no início do ano para reequilibrar os preços relativos na economia já começam a surtir efeito em alguns setores; "Pode ser um reequilíbrio da economia e pode ser um reequilíbrio muito interessante em termos de arrecadação, porque a do setor de manufatura e transformação tende a gerar uma arrecadação mais alta que outros setores", informou o ministro nesta sexta-feira, 17, durante a abertura de uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Rio; Levy disse também que os preços de energia podem começar a cair nos próximos meses
Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, as medidas tomadas no início do ano para reequilibrar os preços relativos na economia já começam a surtir efeito em alguns setores; "Pode ser um reequilíbrio da economia e pode ser um reequilíbrio muito interessante em termos de arrecadação, porque a do setor de manufatura e transformação tende a gerar uma arrecadação mais alta que outros setores", informou o ministro nesta sexta-feira, 17, durante a abertura de uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Rio; Levy disse também que os preços de energia podem começar a cair nos próximos meses (Foto: Aquiles Lins)


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Vinícius Lisboa, da Agência Brasil - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou hoje (17) que medidas tomadas no início do ano para reequilibrar os preços relativos na economia já começam a surtir efeito em alguns setores. Levy apontou, por exemplo, "crescimentos incipientes" na exportação industrial de alguns estados e aumento da participação de algumas empresas do setor no mercado doméstico.

"Pode ser um reequilíbrio da economia e pode ser um reequilíbrio muito interessante em termos de arrecadação, porque a do setor de manufatura e transformação tende a gerar uma arrecadação mais alta que outros setores", informou o ministro, durante a abertura de uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Rio de Janeiro.

Também participaram do encontro representantes de secretarias estaduais de Fazenda das 27 unidades da Federação.

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Joaquim Levy afirmou que o Brasil foi beneficiado e aproveitou o ciclo de commodities, mas que a economia mundial hoje é mais difíci. Ele exemplificou a afirmação com crescimentos menores na China e dificuldades na Europa. "Teremos de trabalhar para vencer os desafios fiscais", destacou. Acrescentou que gastos obrigatórios como o da Previdência e do seguro-desemprego têm crescido.

O ministro reconheceu que, de modo geral, a carga tributária contribui para o mercado ficar mais reticente. Segundo ele, isso também acontece por causa de incertezas jurídicas quanto aos incentivos fiscais estaduais.

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Leia também reportagem da Reuters sobre o assunto:

Levy diz que preços de energia podem começar a cair nos próximos meses

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(Reuters) - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta sexta-feira que os preços de energia elétrica talvez possam começar a cair nos próximos meses, após a melhora na situação das chuvas e com o realinhamento tarifário colocado em prática pelo governo.

Ao sair de reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Rio de Janeiro, Levy disse a jornalistas que o governo não pode continuar mantendo as despesas com a desoneração e que a demora em votar a redução traz incertezas ao setor produtivo e "acaba esticando o período de ajuste".

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