Levy foi ‘massacrado’ sob o silêncio de governistas
Ministro da Fazenda ouviu duas horas de críticas de senadores da base aliada e da oposição enquanto defendia o ajuste fiscal como o "caminho natural" para a retomada do crescimento, em jantar organizado na casa do líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE); "Levy foi massacrado", contou o peemedebista Romero Jucá (à esq.); nem mesmo cinco petistas que estavam presentes no encontro saíram em sua defesa
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247 – O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi "massacrado" – nas palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) – em um jantar com senadores da base aliada e da oposição organizado na casa do líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Conforme relato de Vandson Lima, Andrea Jubé e Fábio Pupo, em reportagem no Valor Econômico, Levy defendia o ajuste fiscal como o "caminho natural" para a retomada do crescimento da economia e a volta da cobrança da CPMF quando passou a ouvir duas horas de críticas.
Segundo a reportagem, ele não foi defendido por ninguém, nem por cinco petistas que estavam presentes. "Ele ficou ouvindo duas horas de massacre e no final defendeu o ajuste fiscal. Os senadores disseram a ele que a CPMF não passa porque só aumento de imposto não adianta, são necessárias medidas estruturantes", contou Jucá.
As críticas mais duras partiram de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Blairo Maggi (PR-MT) e Roberto Requião (PMDB-PR). Eles ressaltaram que a política econômica do ministro restringe-se a "cortes e impostos", sem expectativa de futuro.
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