Levy é liberado para assumir diretoria do Banco Mundial

Comissão de Ética Pública da Presidência da República revisou o entendimento de que o ex-ministro da Fazenda não poderia assumir cargo de diretor financeiro no Banco Mundial sem cumprir quarentena, liberando-o para a posse neste mês; na semana passada, conselheiro Horácio Raymundo Pires disse em voto que Joaquim Levy deveria cumprir quarentena de seis meses a partir de sua exoneração antes de responder pela nova função

Levy esteve em evento na Associação Comercial de São Paulo
Levy esteve em evento na Associação Comercial de São Paulo (Foto: Aquiles Lins)


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(Reuters) - A Comissão de Ética Pública da Presidência da República revisou o entendimento de que o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy não poderia assumir cargo de diretor financeiro no Banco Mundial sem cumprir quarentena, liberando-o para a posse neste mês.

A informação foi confirmada pela comissão à Reuters e deverá ser publicada em nota ainda na tarde desta segunda-feira (1º).

Levy foi nomeado diretor financeiro do Banco Mundial em janeiro, para assumir o posto a partir de 1º de fevereiro.

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Na semana passada, o conselheiro Horácio Raymundo Pires, relator do caso na Comissão de Ética, disse em voto que Levy deveria cumprir quarentena de seis meses a partir de sua exoneração, publicada no Diário Oficial no dia 21 de dezembro, antes de responder pela nova função.

A justificativa era de que sua ida representaria "inegável" conflito de interesse, já que teria travado relacionamento relevante com o Banco Mundial enquanto ministro.

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(Por Marcela Ayres e Lisandra Paraguassu; Edição de Flavia Bohone)

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