Levy diz não ter "ampulheta" quanto a data para o fim da crise

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou não possuir "ampulheta" para prever uma data para o fim da crise econômica enfrentada pelo Brasil e que o período de "cintos apertados" ainda deve persistir por algum tempo; "Não tenho uma ampulheta que me dá um dia certo. Quando dermos essa sinalização [de austeridade], particularmente em relação ao orçamento de 2016, a demanda volta rápido no Brasil, até porque as famílias não estão endividadas. Mesmo as empresas não estão endividadas",avaliou; ele também disse acreditar que o Congresso irá aprovar a recriação da CPMF

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou não possuir "ampulheta" para prever uma data para o fim da crise econômica enfrentada pelo Brasil e que o período de "cintos apertados" ainda deve persistir por algum tempo; "Não tenho uma ampulheta que me dá um dia certo. Quando dermos essa sinalização [de austeridade], particularmente em relação ao orçamento de 2016, a demanda volta rápido no Brasil, até porque as famílias não estão endividadas. Mesmo as empresas não estão endividadas",avaliou; ele também disse acreditar que o Congresso irá aprovar a recriação da CPMF
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou não possuir "ampulheta" para prever uma data para o fim da crise econômica enfrentada pelo Brasil e que o período de "cintos apertados" ainda deve persistir por algum tempo; "Não tenho uma ampulheta que me dá um dia certo. Quando dermos essa sinalização [de austeridade], particularmente em relação ao orçamento de 2016, a demanda volta rápido no Brasil, até porque as famílias não estão endividadas. Mesmo as empresas não estão endividadas",avaliou; ele também disse acreditar que o Congresso irá aprovar a recriação da CPMF (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou acreditar que a o Congresso aprove a recriação da CPMF. "É obviamente necessária, mas não trabalha sozinha. Tem que fazer parte de uma estratégia fiscal, uma que aponte que você está lidando com o gasto público", disse Levy durante viagem aos Estados Unidos. Segundo ele, o período de "cintos apertados" ainda não tem data para acabar.

Segundo ele, as reformas estruturais que o governo vem implementando, apesar de serem difíceis e demoradas, não visam tão somente melhorar a arrecadação, mas melhorar o ambiente de negócios do Brasil. "O objetivo da reforma não é arrecadatório, é o objetivo de melhorar as condições de negócio no Brasil", disse.

Segundo o ministro, ainda não existe uma data certa para que o Brasil saia da crise retome o crescimento econômico. "Não tenho uma ampulheta que me dá um dia certo. Quando dermos essa sinalização [de austeridade], particularmente em relação ao orçamento de 2016, a demanda volta rápido no Brasil, até porque as famílias não estão endividadas. Mesmo as empresas não estão endividadas", avaliou.

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 "Nessa fase de volta da demanda, você vê o crédito se expandindo, provavelmente a moeda se estabilizando, o risco caindo, e isso permite a política monetária se abrandar", completou.

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