Levy defende redução de incentivos fiscais

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu neste domingo, 22, a redução dos subsídios e incentivos fiscais do governo federal; "A diminuição de subsídios e incentivos fiscais não vai fazer o País parar. Compatibilizar gastos com a arrecadação não vai parar o governo", afirmou; Levy disse que não tem dúvida de que vai cumprir a meta fiscal deste ano; "A presidente Dilma vem mostrando total comprometimento com o superávit de 1,2% do PIB para este ano. Há meios para chegarmos lá"

Brasília- DF- Brasil- 19/01/2015- Entrevista do Ministro da Fazenda Joaquim Levy.(Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 19/01/2015- Entrevista do Ministro da Fazenda Joaquim Levy.(Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu neste domingo, 22, a redução dos subsídios e incentivos fiscais do governo federal. Segundo ele, isso "não vai fazer o país parar".

"É importante a economia voltar a crescer. E para isso, as pessoas têm que saber o que propomos e se isso é sustentável. Equilíbrio fiscal, preços no lugar e medidas que facilitem as pessoas trabalharem e investirem dão o incentivo para se enfrentar, com sucesso, o novo ambiente global que está aí. A diminuição de subsídios e incentivos fiscais não vai fazer o País parar. Compatibilizar gastos com a arrecadação não vai parar o governo", afirmou o ministro em entrevista publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo. 

Levy disse que não tem dúvida de que vai cumprir a meta fiscal deste ano. "A presidente Dilma vem mostrando total comprometimento com o superávit de 1,2% do PIB para este ano. Há meios para chegarmos lá."

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O ministro defendeu as mudanças nos programas de financiamento de ensino Fies e Pronatec, que devem reduzir a oferta de bolsas de estudo pelo governo. "Aumentar o número de universitários é muito bom e tende a ajudar a aumentar o PIB potencial do País. Mas, na medida em que envolve o governo emitir bilhões de reais em dívida pública, para pagar mensalidades em faculdades particulares, é óbvio que a governança desse programa tem que ser muito bem amarrada. Senão, serão grandes decepções mais para frente. Dos estudantes, do contribuinte e do investidor", afirmou.

Leia aqui a entrevista na íntegra.

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