Levy cobra ajuste fiscal “o mais rápido possível”

Ministro da Fazenda se reuniu com o vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, e líderes do governo para tratar do tema; "É muito importante estar sendo votado no Congresso o mais rápido possível esse ajuste fiscal. Até para a gente poder ir para o que chamei de agenda além do ajuste. A gente tem que dar os passos", disse Joaquim Levy

Ministro da Fazenda se reuniu com o vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, e líderes do governo para tratar do tema; "É muito importante estar sendo votado no Congresso o mais rápido possível esse ajuste fiscal. Até para a gente poder ir para o que chamei de agenda além do ajuste. A gente tem que dar os passos", disse Joaquim Levy
Ministro da Fazenda se reuniu com o vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, e líderes do governo para tratar do tema; "É muito importante estar sendo votado no Congresso o mais rápido possível esse ajuste fiscal. Até para a gente poder ir para o que chamei de agenda além do ajuste. A gente tem que dar os passos", disse Joaquim Levy (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O ministro da Fazenda , Joaquim Levy, cobrou celeridade ao Congresso Nacional em relação à votação das medidas do ajuste fiscal. Segundo ele, é preciso votar as medidas "o mais rápido possível" para que o país volte a crescer. Nesta terça-feira (5), ele reuniu-se com o vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, e os líderes do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), e do PMDB, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

"A gente está tratando das medidas que estão sendo negociadas. Acho que tem tido uma convergência crescente. É muito importante estar sendo votado no Congresso o mais rápido possível esse ajuste fiscal. Até para a gente poder ir para o que chamei de agenda além do ajuste. A gente tem que dar os passos", disse.

Levy defendeu da necessidade das propostas do governo serem mantidas. Segundo ele, as alterações para concessão de benefícios como o abono salarial e o seguro-desemprego não afetam direitos trabalhistas, como afirma a oposição. "Tem havido um entendimento muito claro de que tem que manter a integridade das medidas. São medidas que não retiram direitos dos trabalhadores. São medidas que consertam brechas que iam até contra os programas", destacou.

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"A gente quer organizar para ficar como o Bolsa Família, um programa perene, um programa que a gente sabe que quem está ali é porque atendeu requisitos claros de cadastro. É esse o tipo de ação que está nas medidas. Todo mundo que entende o que estamos fazendo fica mais confortável, porque entende que a gente não tirou direitos dos trabalhadores. A gente está fortalecendo programas que são essenciais para a tranquilidade das famílias brasileiras", completou.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil:

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Joaquim Levy diz que é preciso votar MPs e avançar para agenda além do ajuste

Yara Aquino - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (5) que é preciso votar com rapidez as medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo ao Congresso Nacional para que se crie um ambiente favorável ao crescimento do país e aumento do emprego. Levy disse que a aprovação das medidas são o primeiro passo para uma "agenda além do ajuste", que ele chamou de "triplo A".

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"Temos que votar essas medidas que estão no Congresso o mais rápido possível porque elas criam um novo ambiente. É um primeiro passo para o que precisamos fazer para voltar para a rota do crescimento, para o aumento do emprego", disse.

Ao falar sobre as negociações com os parlamentares para a aprovação das medidas provisórias 664 e 665, Levy disse que é importante manter a integridade das medidas e, novamente, reforçou que elas não retiram direitos dos trabalhadores. A Medida Provisória 664 altera normas de pensão e a Medida Provisória 665 altera as regras do seguro-desemprego, seguro defeso e abono salarial.

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"Tem havido um entendimento muito claro de que a gente tem que manter a integridade das medidas. Como sabemos, são medidas que não retiram nenhum direito do trabalhador, mas que, na verdade, consertam brechas que iam até contra os programas", disse o ministro.

Joaquim Levy participou no início da tarde de reunião com o vice-presidente Michel Temer, que tem negociado com parlamentares a aprovação das medidas do ajuste fiscal, e com os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).

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