Kennedy: Dilma dá aval para Petrobras mudar política de preço

presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, obteve autorização da presidente Dilma Rousseff para preparar a mudança da política de preços da Petrobras. Será criada uma fórmula a fim de dar previsibilidade financeira à empresa, com mais liberdade para aumentar o preço dos combustíveis

presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, obteve autorização da presidente Dilma Rousseff para preparar a mudança da política de preços da Petrobras. Será criada uma fórmula a fim de dar previsibilidade financeira à empresa, com mais liberdade para aumentar o preço dos combustíveis
presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, obteve autorização da presidente Dilma Rousseff para preparar a mudança da política de preços da Petrobras. Será criada uma fórmula a fim de dar previsibilidade financeira à empresa, com mais liberdade para aumentar o preço dos combustíveis (Foto: Valter Lima)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar informa em postagem do seu site que com a concordância da presidente Dilma Rousseff (PT), a Petrobras vai mudar sua política de preço. 

Confira o texto:

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, obteve autorização da presidente Dilma Rousseff para preparar a mudança da política de preços da Petrobras. Será criada uma fórmula a fim de dar previsibilidade financeira à empresa, com mais liberdade para aumentar o preço dos combustíveis.

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Foi por isso que a Petrobras divulgou na última sexta um “Fato Relevante”, comunicado oficial ao mercado, no qual dizia que uma nova política de preços seria apreciada na reunião de 22 de novembro do Conselho de Administração. Os critérios serão definidos até o encontro.

Maria das Graças Foster assumiu a presidência da Petrobras em fevereiro do ano passado. Dilma considera que ela dedicou o primeiro ano a reorganizar a empresa.

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Depois, costurou com competência um consórcio forte para vencer o leilão do campo de petróleo de Libra, a maior reserva do pré-sal. A entrada da Shell e da Total, empresas privadas, ajudou a dar mais musculatura ao consórcio e afastou críticas de que haveria apenas uma associação da Petrobras com estatais chinesas.

Dilma também avalia que Graça Foster tem sido leal politicamente, segurando as pressões internas por reajustes dos combustíveis. Esse controle político sobre a estatal, que tem enfrentado dificuldade de caixa, ajudou o governo a manter a inflação dentro da meta oficial.

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Dilma avalia que há um outro cenário de agora em diante: a exploração do campo de Libra vai demandar da Petrobras recursos que não virão se o governo continuar a usar a estatal como ferramenta de política econômica (amenizar a taxa de inflação). A presidente fez uma escolha política. Vai dar mais liberdade à estatal, a fim de que ela tenha condições de explorar o pré-sal com mais eficiência. Esse é o pano de fundo de uma decisão que deverá mudar os rumos da Petrobras.

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