Justiça nega 1º pedido de liminar contra leilão do pré-sal
O pedido era de que o leilão fosse suspenso até a conclusão dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal; comissão foi instaurada para apurar denúncias de espionagem nas comunicações da presidente, Dilma Rousseff, e da Petrobras; esta é a primeira de uma série de liminares que deverão ser solicitadas por agentes da indústria do petróleo contra o leilão de Libra
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247 - A Justiça negou a primeira liminar contra o leilão do campo de Libra, no pré-sal da bacia de Santos, foi negada na quinta-feira (19) pelo juiz federal Marcelo Fonseca Guerreiro, informou a ANP (Agência Nacional do Petróleo) nesta sexta-feira. Segundo a agência, a ação popular foi impetrada pelo advogado Luiz Fernando Rodrigues Cordeiro na 30ª Vara Federal do Rio de Janeiro.
O pedido era de que o leilão fosse suspenso até a conclusão dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal. A Comissão foi instaurada para apurar denúncias de espionagem nas comunicações da presidente, Dilma Rousseff, e da Petrobras.
Esta é a primeira de uma série de liminares que deverão ser solicitadas por agentes da indústria do petróleo contra o leilão de Libra. Maior descoberta do Brasil, o campo tem reservas recuperáveis entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo, quase dobrando as reservas atuais de 15 bilhões de barris do Brasil, se forem comprovadas.
Um grupo liderado por ex-colaboradores do governo Lula, como Ildo Sauer, ex-diretor da Petrobras, e Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, vão se juntar às habituais ações contra o leilão de sindicatos de petroleiros e da Associação dos Engenheiros da Petrobras. Eles acusam o governo de entregar uma reserva já descoberta, onde não há praticamente risco, segundo eles, para as empresas estrangeiras.
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