Justiça já barrou sete ações contra leilão de Libra

De acordo com o advogado-geral da União, ministro Luis Inácio Adams, ainda há doze ações em tramitação sem que a Justiça tenha se pronunciado; segundo ele, não há críticas jurídicas relevantes contra o leilão nas ações impetradas; elas seriam contestações de cunho político ou ideológico contra a realização da concorrência; leilão ocorre na segunda

De acordo com o advogado-geral da União, ministro Luis Inácio Adams, ainda há doze ações em tramitação sem que a Justiça tenha se pronunciado; segundo ele, não há críticas jurídicas relevantes contra o leilão nas ações impetradas; elas seriam contestações de cunho político ou ideológico contra a realização da concorrência; leilão ocorre na segunda
De acordo com o advogado-geral da União, ministro Luis Inácio Adams, ainda há doze ações em tramitação sem que a Justiça tenha se pronunciado; segundo ele, não há críticas jurídicas relevantes contra o leilão nas ações impetradas; elas seriam contestações de cunho político ou ideológico contra a realização da concorrência; leilão ocorre na segunda (Foto: Valter Lima)


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247 - O governo já identificou até o momento sete decisões judiciais que negaram liminar a pedidos de impedimento do leilão do campo de petróleo de Libra. De acordo com o advogado-geral da União, ministro Luis Inácio Adams, ainda há doze ações em tramitação sem que a Justiça tenha se pronunciado e que continuarão a ser monitoradas até a data do leilão, que ocorrerá na segunda-feira (21).

Segundo Adams, não há críticas jurídicas relevantes contra o leilão nas ações impetradas. As ações, segundo ele, seriam contestações de cunho político ou ideológico contra a realização da concorrência. A maioria aponta que a Petrobras deveria sozinha explorar o campo.

"Não acho que a crítica à realização do leilão, até agora, seja pertinente. Sequer é jurídica. Não vi nada que ameace a realização do leilão", afirmou o advogado-geral que informou que vai manter plantão nos tribunais federais ao longo do fim de semana.

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As ações foram impetradas nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Curitiba e Duque de Caxias (RJ). Segundo ele, o entendimento da maioria dos juízes tem sido que a competência para o julgamento das ações é da Justiça Federal no Rio de Janeiro.

Confira matéria da Agência Brasil:

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André Richter*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Balanço divulgado hoje (18) pela Advocacia-Geral da União (AGU) mostra que o governo já conseguiu derrubar sete das 19 ações judiciais que pedem a suspensão do leilão do Campo de Libra, o primeiro do pré-sal, que está marcado para segunda-feira (21).

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Segundo a AGU, órgão que representa o governo na Justiça, nenhuma liminar foi concedida pelo Judiciário para barrar o leilão. Advogados públicos estão monitorando as ações que são ajuizadas em todos os estados e no Distrito Federal para evitar o cancelamento.

Entre os pedidos indeferidos está o movido pelo ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer e pelo advogado Fábio Konder Comparato. A juíza federal Carla Cristina de Oliveira Meira, substituta da 21ª Vara Federal Cível em São Paulo, indeferiu hoje (18) o pedido de liminar em ação popular que pedia a nulidade do edital.

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A ação pedia a suspensão do leilão, entre outras razões, porque ele transferirá o poder de controle sobre o ritmo de produção nacional para empresas estrangeiras. O ritmo de produção é um dos fatores que podem influenciar o valor do petróleo vendido.

A magistrada determinou que a Comissão Especial de Licitação torne pública a ação aos participantes e concorrentes do certame para que não haja eventuais prejuízos ao vencedor, caso a juíza reconheça a nulidade do edital, posteriormente, em sentença.

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O leilão do Campo de Libra é alvo de críticas e protestos organizados por movimentos sociais. Nesta sexta-feira, os petroleiros entraram no segundo dia da greve nacional.

Ao todo, o efetivo de segurança que atuará no leilão será formado por 1,1 mil homens. A decisão sobre o reforço da segurança foi tomada depois que se intensificaram os protestos contra o leilão. Além das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, o Exército e a Força Nacional atuarão para garantir a segurança.

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* Colaborou Bruno Bocchini // Edição: Juliana Andrade

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