Juros para empresas e consumidores disparam na recessão

Apesar da queda da Selic, a taxa básica de juros da economia, pelo Banco Central, iniciada em outubro de 2016, os juros reais cobrados a empresas e consumidores dispararam na recessão pós-golpe; o BC reduziu a taxa Selic de 14,25% para 10,25% ao ano; a expectativa dos economistas é que ela chegue ao fim do ano perto de 8,5%, de acordo com as projeções reunidas pelo Banco Central no boletim Focus

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Investimentos, contas, dívidas, endividamento, investir, bolsa (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Algumas linhas de crédito oferecidas pelos bancos aos consumidores estão ficando mais caras e não mais baratas, ao contrário da expectativa criada pela redução da taxa básica de juros da economia pelo Banco Central, iniciada em outubro de 2016.

Desde então, o BC reduziu a taxa Selic de 14,25% para 10,25% ao ano. A expectativa dos economistas é que ela chegue ao fim do ano perto de 8,5%, de acordo com as projeções reunidas pelo Banco Central no boletim Focus.

No entanto, o custo médio do crédito pessoal cresceu 3,4 pontos percentuais entre abril e maio, segundo dados do BC. Tomar um empréstimo agora custa 132,6% ao ano para pessoas físicas, em média.

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A taxa é mais cara do que a registrada em maio do ano passado, quando Dilma Rousseff foi deposta por um golpe parlamentar.

Também aumentou o juro para quem quiser renegociar suas dívidas. Essa linha é oferecida a clientes que acumulam dívidas com cheque especial, cartão de crédito e outros produtos, permitindo que eles quitem esses débitos assumindo um novo empréstimo com prazo mais longo, às vezes com algum desconto.

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As informações são de reportagem de Tássia Kastner na Folha de S.Paulo.

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