Judiciário nega pedido de urgência em ação contra assembleia sobre privatização da Eletrobrás

Judiciário citou a decisão do TCU, para negar o pedido foi feito pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL)

(Foto: Reuters | Reprodução)


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247 - A 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro negou o pedido feito pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL) para urgência na ação judicial que tem como objetivo suspender a realização, na próxima terça-feira (22), da assembleia geral extraordinária para aprovar a privatização da estatal. A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico.

Na decisão, o juiz Vigdor Teitel citou a aprovação esta semana dos estudos técnicos para a privatização da holding do setor elétrico pelo Tribunal de Contas da União (TCU). "O decidido pelo TCU confere maior segurança às próximas etapas do processo de desestatização", diz.

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A AEEL, como acionista da Eletrobras, ingressou com ação no Judiciário questionando os termos da transferência do controle das subsidiárias Itaipu Binacional e Eletronuclear para a estatal Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), que passará a ter o controle dos ativos depois da privatização.

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O magistrado concedeu à União o prazo de cinco dias para apresentar manifestação preliminar sobre o pedido da AEEL acerca da suspensão dos termos definidos pelo Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (CPPI), do governo federal, para a transferência do controle de Eletronuclear e Itaipu Binacional.

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