Jucá: Mudança da meta fiscal pode ficar para semana que vem

O novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, comentou em sua conta no Twitter a aprovação da meta fiscal para 2016; segundo ele, a votação da mudança na meta pelo Congresso Nacional pode ficar para a próxima semana, mas não pode ultrapassar o dia 30 de maio; o prazo para aprovação da mudança da meta é 22 de maio; caso não ocorra, a equipe econômica tem de fazer um corte adicional de despesas que pode paralisar a máquina pública  

O novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, comentou em sua conta no Twitter a aprovação da meta fiscal para 2016; segundo ele, a votação da mudança na meta pelo Congresso Nacional pode ficar para a próxima semana, mas não pode ultrapassar o dia 30 de maio; o prazo para aprovação da mudança da meta é 22 de maio; caso não ocorra, a equipe econômica tem de fazer um corte adicional de despesas que pode paralisar a máquina pública
 
O novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, comentou em sua conta no Twitter a aprovação da meta fiscal para 2016; segundo ele, a votação da mudança na meta pelo Congresso Nacional pode ficar para a próxima semana, mas não pode ultrapassar o dia 30 de maio; o prazo para aprovação da mudança da meta é 22 de maio; caso não ocorra, a equipe econômica tem de fazer um corte adicional de despesas que pode paralisar a máquina pública   (Foto: Valter Lima)


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Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil

O novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, comentou em sua conta no Twitter a aprovação da meta fiscal para 2016. Segundo ele, a votação da mudança na meta pelo Congresso Nacional pode ficar para a próxima semana, mas não pode ultrapassar o dia 30 de maio.

O prazo para aprovação da mudança da meta é 22 de maio. Caso não ocorra, a equipe econômica tem de fazer um corte adicional de despesas que pode paralisar a máquina pública.

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A equipe econômica da presidenta afastada Dilma Rousseff pediu autorização ao Congresso para um déficit primário de R$ 96,7 bilhões este ano. Mas, em sua primeira entrevista após assumir o Ministério da Fazenda, Henrique Meirelles disse que o déficit ultrapassa esse valor.

Um dos motivos é que há receitas superestimadas no Orçamento, como as previstas com a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que não foi aprovada pelo Congresso. Jucá escreveu no Twitter que o fechamento do valor total do déficit fiscal depende do balanço da Eletrobrás e da renegociação das dívidas dos estados.

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O ministro disse também que a votação da alteração da meta depende da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Ainda não está definido se a comissão será instalada ou se a apreciação da meta fiscal acontecerá diretamente no plenário do Congresso Nacional.

Jucá também usou a conta no Twitter para falar sobre a escolha da economista Maria Silvia Bastos Marques, ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), confirmada hoje pelo presidente interino Michel Temer. “É uma ótima escolha”, afirmou.

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