Itaú mostra que a decepção com Bolsonaro é profunda
"Previsões econômicas costumam ser alteradas, não é novidade. Mas é impressionante o grau de redução das expectativas para a economia divulgado agora há pouco pelo Banco Itaú. É quase cortar à metade o que se previa no início do ano", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço
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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço – Previsões econômicas costumam ser alteradas, não é novidade. Mas é impressionante o grau de redução das expectativas para a economia divulgado agora há pouco pelo Banco Itaú, casa bancária de onde veio o até pouco tempo atrás presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.
É quase cortar à metade o que se previa no início do ano.
E, diria o outro, "por enquanto", porque o banco diz que "os índices de confiança apresentaram recuo generalizado em março e indicam risco de arrefecimento adicional da atividade à frente."
Ninguém descarte que logo estejamos perto do 0% de crescimento.
Sabe como é, o próprio presidente diz que não entende nada de economia.
O problema é que as nossas autoridades econômicas, ao que parece, também não, pois preferem apostar em fatores econômicos tipo "brilho nos olhos", "instinto animal"e outras bobagens do tipo.
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