Itaú defende CPMF e reforma da Previdência, com urgência
Para o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, como a queda na arrecadação torna ainda mais difícil cumprir 0,5% do PIB de superavit fiscal primário neste ano, é preciso buscar uma saída: ‘Precisa aprovar as medidas, como a CPMF, no Congresso para chegar a 0,5%. Temos de ter senso de urgência na aprovação das medidas necessárias. Só assim voltaríamos a ter a confiança para a recuperação da economia’, diz
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247 – O economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, defende a volta da CPMF e a reforma da Previdência, com urgência.
No Mercado Aberto, da ‘Folha de S. Paulo’, ele diz que, como a queda na arrecadação torna ainda mais difícil cumprir 0,5% do PIB de superavit fiscal primário neste ano, é preciso buscar uma saída: ‘Precisa aprovar as medidas, como a CPMF, no Congresso para chegar a 0,5%. Temos de ter senso de urgência na aprovação das medidas necessárias. Só assim voltaríamos a ter a confiança para a recuperação da economia’, diz.
"Aprovar medidas estruturais de contenção dos gastos públicos, como limite para os gastos públicos na Lei de Responsabilidade Fiscal e instituir uma idade mínima para a aposentadoria, não só é viável, mas fundamental", acrescenta (leia aqui).
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