Irã admite reduzir produção de petróleo para estabilizar preços

Em declarações à agência oficial iraniana Irna, o ministro do Petróleo da república islâmica, Bijan Zangané, disse que atingida a meta dos 4 milhões de barris poderá pensar em cooperar na estratégia de redução da oferta mundial de petróleo; “Já manifestámos a nossa opinião sobre o congelamento da produção e considero que, até termos alcançado os 4 milhões de barris por dia, deviam deixar-nos em paz. Quando atingirmos esse nível de produção, então poderemos cooperar”, afirmou

Em declarações à agência oficial iraniana Irna, o ministro do Petróleo da república islâmica, Bijan Zangané, disse que atingida a meta dos 4 milhões de barris poderá pensar em cooperar na estratégia de redução da oferta mundial de petróleo; “Já manifestámos a nossa opinião sobre o congelamento da produção e considero que, até termos alcançado os 4 milhões de barris por dia, deviam deixar-nos em paz. Quando atingirmos esse nível de produção, então poderemos cooperar”, afirmou
Em declarações à agência oficial iraniana Irna, o ministro do Petróleo da república islâmica, Bijan Zangané, disse que atingida a meta dos 4 milhões de barris poderá pensar em cooperar na estratégia de redução da oferta mundial de petróleo; “Já manifestámos a nossa opinião sobre o congelamento da produção e considero que, até termos alcançado os 4 milhões de barris por dia, deviam deixar-nos em paz. Quando atingirmos esse nível de produção, então poderemos cooperar”, afirmou (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência Lusa

O Irã está disposto a considerar uma redução na produção de petróleo para estabilizar as cotações internacionais quando alcançar os 4 milhões de barris diários previstos para recuperar a quota que tinha antes das sanções.

Em declarações à agência oficial iraniana Irna, o ministro do Petróleo da república islâmica, Bijan Zangané, disse que atingida a meta dos 4 milhões de barris poderá pensar em cooperar na estratégia de redução da oferta mundial de petróleo.

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“Já manifestámos a nossa opinião sobre o congelamento da produção e considero que, até termos alcançado os 4 milhões de barris por dia, deviam deixar-nos em paz. Quando atingirmos esse nível de produção, então poderemos cooperar”, declarou o governante.

O ministro iraniano referia-se ao pré-acordo assinado em meados de fevereiro entre a Rússia, a Arábia Saudita, o Qatar e a Venezuela para congelar a produção ao nível de janeiro de 2016 e, assim, tentar travar a queda dos preços do barril, que em 11 de fevereiro atingiu o nível mais baixo em quase 13 anos.

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Quando o pré-acordo foi tornado público, o ministro iraniano considerou-o “uma piada”, tendo sido comentado que “o Irã não irá impor sanções a si próprio depois de anos de sanções”.

Em 16 de janeiro, os EUA, a União Europeia e o Conselho de Segurança das Nações Unidas levantaram todas as sanções que aplicavam ao Irã devido ao seu programa nuclear.

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As declarações Bijan Zangané ocorreram antes de uma visita a Teerã do ministro russo da Energia, Alexander Novak, em que deverão ser discutidas as políticas sobre o petróleo.

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