Interferência política de Bolsonaro chega aos fundos de pensão das estatais

Mudanças no comando dos fundos de pensão do Banco do Brasil e da Caixa abrem espaço para indicações políticas visando assegurar o apoio do centrão ao governo Jair Bolsonaro

(Foto: Reprodução | REUTERS/Ueslei Marcelino)


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247 - O jornalista Marcello Corrêa avalia que a interferência política de Jair Bolsonaro nas estatais “já afeta os bilionários fundos de pensão ligados a essas empresas”. “É o que indicam os bastidores das trocas de comando na Previ, do Banco do Brasil, e na Funcef, da Caixa Econômica Federal — efetuadas em um período de duas semanas”, afirma ele no Blog Analítico.

“A dança das cadeiras tem relação direta com o apetite do Centrão, força política cada vez mais relevante para entender os passos do governo”, observa. "Embora as indicações para os fundos precisem ser necessariamente técnicas, o remanejamento tende a abrir postos em cargos estratégicos no BB e na Caixa, historicamente vistos em Brasília como moeda de troca para apoio político", completa.

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Para ele, ."o padrão que se desenha por trás das decisões dos últimos dias deixa cada vez mais distante a promessa de que o atual governo prezaria por indicações técnicas”. “Dos nomes indicados inicialmente para presidir as principais estatais em 2018, quando começou a se formar a equipe de governo, só Pedro Guimarães — o mais alinhado ao presidente da República — segue no cargo”, afirma.

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