Interessados em fatia na BR Pharma procuram o BTG Pactual, de André Esteves

O Conselho de Administração da rede de drogarias Brasil Pharma aprovou oferta restrita de até 211,6 milhões ações da empresa no valor mínimo de R$ 400 milhões; a empresa afirmou que seu maior acionista, o BTG Pactual, foi procurado por interessados na aquisição da sua participação na companhia; as ações da BR Pharma acumularam forte queda desde o fim do ano passado, após André Esteves, ex-acionista controlador do banco, ser preso na operação Lava Jato, por suspeita de obstruir as investigações, de acordo com a PGR; a companhia reiterou que, no momento, não há qualquer definição de venda

O Conselho de Administração da rede de drogarias Brasil Pharma aprovou oferta restrita de até 211,6 milhões ações da empresa no valor mínimo de R$ 400 milhões; a empresa afirmou que seu maior acionista, o BTG Pactual, foi procurado por interessados na aquisição da sua participação na companhia; as ações da BR Pharma acumularam forte queda desde o fim do ano passado, após André Esteves, ex-acionista controlador do banco, ser preso na operação Lava Jato, por suspeita de obstruir as investigações, de acordo com a PGR; a companhia reiterou que, no momento, não há qualquer definição de venda
O Conselho de Administração da rede de drogarias Brasil Pharma aprovou oferta restrita de até 211,6 milhões ações da empresa no valor mínimo de R$ 400 milhões; a empresa afirmou que seu maior acionista, o BTG Pactual, foi procurado por interessados na aquisição da sua participação na companhia; as ações da BR Pharma acumularam forte queda desde o fim do ano passado, após André Esteves, ex-acionista controlador do banco, ser preso na operação Lava Jato, por suspeita de obstruir as investigações, de acordo com a PGR; a companhia reiterou que, no momento, não há qualquer definição de venda (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O Conselho de Administração da rede de drogarias Brasil Pharma aprovou oferta restrita de até 211,6 milhões ações da empresa no valor mínimo de R$ 400 milhões. A empresa afirmou que seu maior acionista, o BTG Pactual, foi recentemente procurado por interessados na aquisição da sua participação na companhia. As ações da BR Pharma têm acumulado forte queda desde o fim do ano passado, após André Esteves, ex­acionista controlador e presidente­-executivo do BTG Pactual, ser preso na operação Lava Jato. Ele é suspeito obstruir as investigações, de acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A companhia reiterou que, no momento, não há qualquer definição de venda. "O BTG Pactual foi recentemente procurado, de forma preliminar e não vinculante, por terceiros potencialmente interessados na aquisição da participação", disse a Brasil Pharma. "Nesse momento, não há, entretanto, qualquer documento assinado ou qualquer definição de venda."

Segundo o documento, a oferta de ações anunciada terá como objetivo destinar os recursos para o pagamento de dívidas e para o reforço do capital de giro da Brasil Pharma. A BR Pharma teve prejuízo líquido de R$ 420 milhões nos primeiros nove meses do ano. No começo de dezembro, a empresa havia informado que seu plano era estabelecer um teto de R$ 600 milhões para a injeção de capital. O banco detém cerca de 37% da companhia. 

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Lava Jato

A prisão de André Esteves no âmbito da Operação Lava Jato aconteceu em novembro do ano passado, quando também foram detidos o senador Delcídio Amaral (PT-MS) e o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira.

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Segundo a PGR, o parlamentar prometeu pagar R$ 50 mil mensais para a família do ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, para evitar que ele fizesse delação premiada e que revelasse a suposta participação do senador no esquema de corrupção investigado na estatal.

André Esteves é suspeito de prometer financiar o acordo. Segundo a procuradoria, o valor do montante seria repassados aos familiares de Cerveró mediante um "acordo dissimulado" entre o banqueiro e o advogado Édson Ribeiro, que defendia o ex-diretor da Petrobras. O banqueiro já foi o 13º mais rico do País.

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