Informalidade bateu recorde em 2019

De acordo com o IBGE, quatro em cada dez profissionais trabalham por conta própria ou sem carteira assinada no Brasil, em atividades abaixo do nível de qualificação e com renda muito menor que a do trabalho em carteira

Carteira de Trabalho
Carteira de Trabalho (Foto: Agencia Brasil)


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247 - No primeiro ano de Jair Bolsonaro à frente do Executivo e Paulo Guedes no comando da economia, o chamado trabalho informal - pessoas que trabalham por conta própria e sem carteira assinada - bateu sucessivos recordes históricos, informa o G1 nesta quarta-feira (25).

"A taxa de informalidade no mercado de trabalho superou o patamar de 41%, a maior proporção desde 2016, quando o IBGE passou a investigar esse índice. Ou seja, de cada 10 trabalhadores ou empregadores, 4 estão atuando na informalidade", conta o G1.

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"O trabalhador desempregado passa a fazer bicos, trabalhar em novas atividades, abaixo do nível de qualificação e tempo disponível, mas ele aceita isso porque precisa gerar alguma renda para a família", afirma o Carlos Honorato, consultor econômico e professor da FIA e Saint Paul.

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