Índice de confiança do setor de serviços cai em novembro

Piora da percepção sobre a situação atual pressionou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil, que recuou em novembro após quatro meses consecutivos de alta, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); neste mês, o ICS apresentou recuo de 0,1 ponto e foi a 87,7 pontos; FGV já havia informado que a confiança do comércio recuou em novembro após duas altas consecutivas, em meio a uma recuperação gradual da economia.

Piora da percepção sobre a situação atual pressionou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil, que recuou em novembro após quatro meses consecutivos de alta, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); neste mês, o ICS apresentou recuo de 0,1 ponto e foi a 87,7 pontos; FGV já havia informado que a confiança do comércio recuou em novembro após duas altas consecutivas, em meio a uma recuperação gradual da economia.
Piora da percepção sobre a situação atual pressionou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil, que recuou em novembro após quatro meses consecutivos de alta, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); neste mês, o ICS apresentou recuo de 0,1 ponto e foi a 87,7 pontos; FGV já havia informado que a confiança do comércio recuou em novembro após duas altas consecutivas, em meio a uma recuperação gradual da economia. (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A piora da percepção sobre a situação atual pressionou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil, que recuou em novembro após quatro meses consecutivos de alta, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Neste mês, o ICS apresentou recuo de 0,1 ponto e foi a 87,7 pontos, de acordo com a FGV.

A influência para a queda partiu do Índice da Situação Atual (ISA-S), que recuou 0,8 ponto e foi a 83 pontos, com destaque para o comportamento do indicador que avalia a satisfação com a situação atual dos negócios.

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Já o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 0,7 ponto e chegou a 92,7 pontos, com destaque para o item demanda prevista.

"A evolução desde o início do segundo semestre revela um processo mais equilibrado entre a percepção empresarial sobre as condições correntes e suas expectativas para os próximos meses, padrão que não era observado anteriormente", disse em nota o consultor da FGV/IBRE Silvio Sales.

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Segundo ele, as avaliações dos empresários reforçam os sinais de ampliação do ritmo de atividade do setor para os próximos meses.

Na véspera, a FGV já havia informado que a confiança do comércio recuou em novembro após duas altas consecutivas, em meio a uma recuperação gradual da economia.

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Por Thaís Freitas

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