“Incluir Brasil no grupo dos frágeis é injusto”
Bernardo Parnes, presidente na América Latina do Deutsche Bank, diz que país precisa de ajustes, mas não tem problema estrutural; segundo ele, presidente Dilma Rousseff disse em Davos tudo o que os investidores queriam ouvir; “agora, é preciso mostrar”
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247 – Em meio as discussões sobre a vulnerabilidade dos emergentes na crise, Bernardo Parnes, presidente na América Latina do Deutsche Bank, disse ser injusto incluir o Brasil no grupo dos "cinco frágeis".
O apelido foi criado no mercado financeiro, em referência a Turquia, Índia, Indonésia e África do Sul, além do Brasil.
"Acho injusto. O país nunca foi a maravilha que diziam anos atrás, mas também não está ruim como falam agora", afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo.
Segundo Parnes, a presença da presidente Dilma Rousseff em Davos foi muito importante, mas não é suficiente. “Ela disse tudo o que os investidores queriam ouvir. Agora, mostra”.
Segundo ele, não temos um problema estrutural, mas os fundamentos da economia precisam melhorar. “É preciso focar a redução do gasto público e o controle efetivo da inflação e se esforçar mais para atrair investimento privado para a área de infraestrutura”, disse (leia na íntegra).
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