Ilan: queda da inflação vai melhorar o humor da população
"Está havendo desinflação, que tem ocorrido e vai ocorrer nos próximos anos. Estamos vendo as expectativas de inflação diminuindo de forma sistemática. Tanto as de mercado quanto as nossas projeções", diz o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn; ele afirma que será possível atingir o centro da meta, de 4,5%, em 2017 – o que contribuirá para a melhora do humor dos consumidores e empresários
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247 – O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, acredita que será possível atingir o centro da meta de inflação de 4,5% em 2017 e diz que isso contribuirá para a melhoria do humor da população, em entrevista a Adriana Fernandes, Lu Aiko Otta e Fabricio de Castro.
Segundo ele, o BC não deve ser visto como uma das causas da recessão, em razão dos juros altos, mas como uma solução.
"Solução para a recessão, porque um Banco Central que passa confiança vai aumentar a credibilidade e, com isso, o investimento consegue voltar. Ele voltando, a retomada continua. Quanto mais confiança há na desinflação, mais os preços dos ativos começam a reagir. As empresas vão começar a investir. Elas só fazem isso porque olham que o horizonte está ficando melhor. Temos de olhar que há questões que parecem no curto prazo um problema e, na verdade, são o começo da solução", diz ele.
"Está havendo desinflação, que tem ocorrido e vai ocorrer nos próximos anos. Estamos vendo as expectativas de inflação diminuindo de forma sistemática. Tanto as de mercado quanto as nossas projeções. E, como colocamos na ata do Copom (Comitê de Política Monetária, que decide os rumos da taxa de juros), gostaríamos que essa velocidade para 2017 fosse mais rápida, de forma a chegar no centro da meta de 4,5%", afirma. "Estamos trabalhando para uma meta de 4,5% em 2017. Ela é desafiadora e crível."
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