Ilan: cenário global favorece emergentes

"Não é cenário de desaceleração muito forte, apenas talvez marginal, e ao mesmo tempo é um cenário que torna a liquidez maior no mundo. É um cenário que favorece os mercados emergentes", disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, ao final do encontro dos ministros das finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20, que reúne as maiores economias do mundo; segundo ele, a perspectiva de o Banco Central Europeu, o Banco do Japão e o Banco da Inglaterra jogarem mais liquidez nos mercados não exigirá medidas adicionais de proteção à entrada acelerada de capitais no país

"Não é cenário de desaceleração muito forte, apenas talvez marginal, e ao mesmo tempo é um cenário que torna a liquidez maior no mundo. É um cenário que favorece os mercados emergentes", disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, ao final do encontro dos ministros das finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20, que reúne as maiores economias do mundo; segundo ele, a perspectiva de o Banco Central Europeu, o Banco do Japão e o Banco da Inglaterra jogarem mais liquidez nos mercados não exigirá medidas adicionais de proteção à entrada acelerada de capitais no país
"Não é cenário de desaceleração muito forte, apenas talvez marginal, e ao mesmo tempo é um cenário que torna a liquidez maior no mundo. É um cenário que favorece os mercados emergentes", disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, ao final do encontro dos ministros das finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20, que reúne as maiores economias do mundo; segundo ele, a perspectiva de o Banco Central Europeu, o Banco do Japão e o Banco da Inglaterra jogarem mais liquidez nos mercados não exigirá medidas adicionais de proteção à entrada acelerada de capitais no país (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o cenário global favorece os emergentes:

"Não é cenário de desaceleração muito forte, apenas talvez marginal, e ao mesmo tempo é um cenário que torna a liquidez maior no mundo. É um cenário que favorece os mercados emergentes. Não necessariamente o que está acontecendo hoje vai se perpetuar. Se a economia estiver aquecendo forte, eventualmente esse período de liquidez excessiva termine", disse ele, ao final do encontro dos ministros das finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20, que reúne as maiores economias do mundo.

Segundo Ilan, a perspectiva de o Banco Central Europeu, o Banco do Japão e o Banco da Inglaterra jogarem mais liquidez nos mercados não exigirá medidas adicionais de proteção à entrada acelerada de capitais no país.

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Leia aqui na reportagem de Assis Moreira sobre o assunto.

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